Número representa 52% da colheita em todo território nacional; Safra 2025/2026 foi a maior da história, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Maçã
Santa Catarina lidera a safra da maçã de 2025/2026, com cerca de 830 mil toneladas colhidas. De acordo com balanço oficial da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), o número corresponde a 52% do total colhido no Brasil. Além de SC, Rio Grande do Sul e Paraná, todos da região Sul do país, foram responsáveis por 99% das maçãs colhidas em todo território nacional e contribuíram para a maior safra da fruta da história do país.
> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão
De acordo com a ABPM, a alta concentração na área, correspondendo por quase a totalidade da colheita, se deve às condições meteorológicas propícias e baixa incidência de doenças foliares e de frutos durante as fases de floração e frutificação. Segundo o levantamento, os pomares de Santa Catarina lideram e, em seguida, aparecem os do Rio Grande do Sul, que geraram aproximadamente 710 mil toneladas da fruta. O montante garantiu aos produtores gaúchos a fatia de 44,4% de toda a maçã colhida no ciclo nacional.
No Paraná, a colheita somou cerca de 50 mil toneladas, correspondendo a 3% do total da área produtiva brasileira. As áreas cultivadas nos Estados de São Paulo e Minas Gerais responderam pela parcela restante da produção brasileira de maçã.
Safra histórica
A safra de maçã no Brasil alcançou a marca histórica de aproximadamente 1,6 milhão de toneladas colhidas no ciclo 2025/26, consolidando o maior volume já registrado na pomicultura nacional. O balanço oficial partiu da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM).
O montante colhido representa quase o dobro do desempenho observado nos dois ciclos imediatamente anteriores, quando a colheita nacional girou em torno de 850 mil toneladas por período produtivo. Além disso, o resultado superou com folga a antiga marca recorde do setor, obtida em 2017, época em que a produção brasileira atingiu 1,3 milhão de toneladas da fruta.
Na avaliação do setor produtivo, a combinação de dias de clima favorável com o controle sanitário rigoroso nas lavouras garantiu o salto produtivo nos pomares brasileiros. A ausência de intempéries severas viabilizou o pleno desenvolvimento das macieiras ao longo de todo o ciclo vegetativo.
Oferta ampla reduz preços no mercado interno
O expressivo salto na produtividade dos pomares alterou o ritmo de comercialização no mercado interno. Com a maior entrada de produtos nos entrepostos e armazéns gerais, as centrais de abastecimento registraram ampla oferta e regularidade na distribuição da fruta de janeiro a dezembro.
O volume elevado provocou um movimento de desvalorização nas cotações no atacado e no varejo. O reflexo direto desse cenário foi o barateamento da maçã nas gôndolas dos supermercados e feiras livres, aliviando o orçamento doméstico do consumidor brasileiro.
As variedades Gala e Fuji, que formam a base da preferência nacional de consumo, puxaram a queda nas cotações. A variedade Gala tem perfil mais doce, colheita precoce e polpa macia, enquanto a Fuji se destaca pela acidez equilibrada, maior firmeza e conservação pós-colheita em câmaras frias.
Avaí tem jogo de vida ou morte neste sábado contra o Botafogo-SP
Se vencer, Leão segue com chances de escapar do rebaixamento; se perder, a queda para a terceira divisão é quase certa
O Avaí recebe o Botafogo-SP, neste sábado (24), às 16h, no Estádio da Ressacada, para um jogo de vida ou morte na Série B do Campeonato Brasileiro. Após empatar contra o Athletic-MG, jogando diante de quase 15 mil torcedores, por 0x0 e ver a distância para sair do Z4 aumentar para seis pontos, o Leão precisa da vitória na 35ª rodada para seguir com chances de escapar do rebaixamento.





