A cidade de Juiz de Fora decretou calamidade pública e 45 pessoas estão desaparecidas
As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais, entre a noite de segunda (23) e a madrugada desta terça (24), deixaram um saldo de 23 mortes. Em Juiz de Fora foram ao menos 16 mortos, 45 desaparecidos e outras sete mortes na cidade de Ubá. Além disso centenas de pessoas estão desabrigadas.
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O Rio Paraibuna, que corte Juiz de Fora, transbordou. Houve também registros de soterramentos no entorno do curso do rio. Na madrugada de terça-feira (24), foi decretado estado de calamidade pública no município. Aulas foram suspensas em todas as escolas. Os dados meteorológicos registrados apontam que em sete horas o volume de chuva na região foi o mesmo previsto para todo o mês de fevereiro. O solo encharcado provocou mais de 20 grandes deslizamentos, atingindo inclusive símbolos da cidade.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, decretou luto de três dias pelas vítimas e prometeu ir para a região da zona da mata. O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMMG), destacou que a tragédia foi provocada pela concentração de chuva. “O solo encharcou e gerou o movimento de massa e deslizamento de terra”, explicou a instituição. O mês foi extremamente chuvoso na região de Juiz de Fora, ou seja, os 579mm de chuva representaram três vezes a média histórica para a região para o mês de fevereiro. Em entrevista para a Band, a prefeita da cidade, Margarida Salomão, afirmou que o fenômeno foi um evento extremo e que não aconteciam desde a década de 1940.
Confira os vídeos cedidos pela Folha JF:
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