21 de abril de 2024
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TJSC inicia uso de carro elétrico na Grande Florianópolis; conheça o projeto

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) assinou um convênio inédito com o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e passa a ter um carro elétrico e um eletroposto em regime de comodato. A solenidade ocorreu na sede da Corte, na tarde de segunda-feira (15), e contou com a presença de magistrados, servidores, pesquisadores e professores, além de representantes da Celesc, empresa parceira do projeto.

O objetivo é inserir, aos poucos, carros elétricos em frotas públicas, mediante conversão de veículos a combustão para tração elétrica. O convênio é válido por cinco anos e pode ser renovado. Inicialmente, 13 servidores (sete da Divisão de Transportes e seis da Diretoria de Engenharia e Arquitetura – DEA) foram capacitados para uso do automóvel Zoe e do aplicativo “Renault Mobility by Mobilize”. Eles serão multiplicadores para os demais colegas.

Durante 120 dias, os servidores cadastrados poderão utilizar o carro para deslocamentos profissionais na Grande Florianópolis.

 

“A iniciativa vem ao encontro da modernidade, da sustentabilidade, da ciência e da tecnologia”, afirmou o desembargador João Henrique Blasi, presidente do TJ.

Para que isso seja possível, explica o pesquisador do IFSC Erwin W. Teichmann, é necessário traçar o perfil do usuário do TJ e fazer um monitoramento completo do veículo, para saber quantos quilômetros ele percorre por dia, com quantas pessoas, se anda carregado, se vai precisar de um pacote grande ou pequeno de baterias.

“O carro elétrico é apenas o primeiro passo da parceria com a Justiça catarinense e prevê o desenvolvimento de projetos de pesquisa e extensão, com foco na área da informática e da energia renovável”, comemora o professor.

O carro elétrico cumpre dupla função, com impacto positivo no meio ambiente e nos cofres públicos. Além de não gerar gases poluentes, o veículo representa uma economia para o usuário de 80% em relação à gasolina. Atualmente, o valor do carro elétrico no Brasil ainda é elevado, por isso a alternativa da conversão é interessante.

Foto: TJSC/Reprodução

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