GAECO investiga comércio ilegal e maus-tratos a animais, além de organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica
Um esquema de venda de animais silvestres e exóticos pela internet foi alvo de uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) em Santa Catarina na manhã desta quinta-feira (3). Os alvos são suspeitos de integrarem uma organização criminosa envolvida em crimes contra a fauna, maus-tratos a animais e possíveis irregularidades financeiras e tributárias.
A Operação “Gaiola de Ouro” cumpriu nove mandados de busca e apreensão em endereços nas cidades de Blumenau, Indaial, Barra Velha e Criciúma. Durante as diligências, foram apreendidos documentos, dispositivos eletrônicos, registros financeiros e outros elementos que possam contribuir para o avanço das investigações, além de auxiliar na identificação da extensão dos possíveis crimes e de outros envolvidos.
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De acordo com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), os suspeitos atuariam na venda interestadual de animais em plataformas digitais, redes sociais e grupos de mensagens. O grupo contaria ainda com estrutura logística própria para a aquisição, transporte e comercialização dos animais.
Para dar aparência de legalidade às atividades, os investigados teriam se utilizado de empresas regularmente registradas, documentos falsificados e lavagem de dinheiro para ocultação de patrimônio. A investigação, que tramita em sigilo, busca reunir provas dos possíveis crimes.
A Operação Gaiola de Ouro contou com o apoio da Polícia Militar Ambiental (PMA), do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e da Receita Estadual. As investigações contra o grupo seguem em andamento.
Chegam a 11 os munícipios de SC em situação de emergência após temporais
Mafra, no Planalto Norte, precisou deslocar famílias após a elevação do nível do Rio Negro
Subiu para 11 o número de cidades de Santa Catarina que decretaram Situação de Emergência em decorrência dos temporais que atingiram o estado entre a sexta (28) e a segunda-feira (1º). O município de Mafra, no Planalto Norte, foi o último a solicitar o acesso facilitado a recursos para reparos emergenciais.







