24 de março de 2026
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Policial

Empresário da Grande Florianópolis é preso por venda de peças de automóveis furtados

Foto: PCSC
Foram encontrados componentes automotivos de ao menos seis veículos com numeração suprimida

Um empresário dono de uma loja de autopeças foi preso na tarde desta terça-feira (24) por comercializar itens de pelo menos seis carros furtados na Grande Florianópolis. O mandado de busca e apreensão ocorreu no município de São José e foi realizado após denúncias revelarem a prática do crime. O responsável não possuía antecedentes criminais e foi autuado em flagrante pelo crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

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A ação fez parte da deflagração da 44ª edição da Operação 311, coordenada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da DEIC (DFRV/DEIC), em trabalho conjunto com o Núcleo de Inteligência Integrado de São José, a Guarda Municipal de São José e a Polícia Científica. O mandado foi cumprido no estabelecimento com sede no bairro Jardim Cidade, onde o dono era acusado de vender peças de origem ilícita. O local foi fiscalizado na tarde desta terça e as denúncias foram confirmadas.

Segundo o delegado Diego Azevedo, da DFRV/DEIC, foram encontradas no local peças automotivas pertencentes a 6 veículos distintos com a numeração suprimida, prática utilizada para ocultar a origem ilícita dos veículos e possibilitar a comercialização irregular das peças. Diante do flagrante, o dono foi conduzido à sede da DEIC, onde foi autuado em flagrante pelo crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, previsto no artigo 311 do Código Penal.

           

             

“Vai, Brasa”: Novo uniforme da seleção brasileira recebe críticas

Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, disse que visual ficou “à la Che Guevara”

A camisa principal da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 está dando o que falar, principalmente em relação ao “Vai, Brasa” estampado na parte interna da camiseta. A designer responsável afirmou que a frase tem o objetivo de deixar a camiseta mais “abrasileirada”. O público, no entanto, não curtiu a ideia e disse que o termo não é usado de forma ampla para se referir à seleção. Além disso, outros detalhes da camiseta e o preço não agradaram os torcedores.