Assista ao Comentário do Prisco desta segunda-feira (30)
Essa é a última semana da janela partidária, período em que os filiados podem mudar de partido e, caso tenham interesse em disputar as eleições, renunciar dos cargos ocupados atualmente. O limite é este sábado, dia quatro de abril. Recentemente, os bastidores da política têm ficado movimentado por conta disso. Topázio Neto, prefeito de Florianópolis, deixou o PSD e assinou ficha no Podemos, em evento com a presença da deputada Paulinha, Jorginho Mello e Adriano Silva.
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Outra movimentação no lado dos parceiros de Jorginho ocorrerá nesta quinta-feira. O prefeito de Joinville, Adriano Silva, renunciará à prefeitura da cidade para concorrer como vice na chapa liderada pelo governador buscando a reeleição.
Fora do tema da janela, mas ainda sobre as eleições, a quinta-feira da semana passada foi marcada por uma reunião entre os líderes do MDB, PSD e PP/União Brasil, partidos que têm interesse em montar uma coligação para o próximo pleito. O evento contou com a presença de Carlos Chiodini, presidente nacional do MDB, o que não agradou Jerry Comper, que, assim como Chiodini, ocupava cadeira no colegiado de Jorginho. Jerry não teria gostado da presença do MDB, dando como certa sua participação na coligação, pois é do grupo de MDBistas que prefere seguir com Jorginho.
Além do MDB, o PP também está rachado. Embora demonstre interesse em participar da coligação, por meio de Esperidião Amin, a sigla ainda a maioria dos filiados como apoiadores de Jorginho, deixando o partido rachado e ainda com participação incerta. Desta forma, João Rodrigues ainda não tem o plano da união seguro, mas, mesmo assim, vai renunciar à prefeitura de Chapecó nesta terça (31) para focar na campanha ao estado.
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Petróleo tem alta de 55% em março e barril chega a US$ 115
Com Brent a US$ 115, mercado projeta barril a US$ 150, valor mais alto que na crise mundial de 2008
O mercado global de energia vive nesta segunda-feira (30) um de seus capítulos mais tensos: o preço do barril de petróleo do tipo Brent chegou a US$ 115,12, gerando um temor em todo o mundo. Com esta cotação, especialistas do setor especulam que o valor possa ultrapassar os valores mais altos registrados nos últimos anos, US$ 139,13 em 7 de março de 2022 e US$ 147,50 em 11 de julho de 2008.





