Apenas um corpo foi localizado até o momento
Uma exploração em uma caverna subaquática terminou com a morte de cinco mergulhadores italianos nesta quinta-feira (14), no Atol de Vaavu, nas Maldivas. Até o momento, apenas um corpo foi localizado pelas autoridades locais.
> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão
Segundo a Força de Defesa Nacional das Maldivas (MNDF), as buscas estão sendo realizadas desde quinta-feira, mas a profundidade da caverna e a estrutura do local tornam a operação de altíssimo risco. O órgão destacou que a caverna está localizada a aproximadamente 60 metros de profundidade e é composta por uma rede de três galerias interconectadas.
Além disso, a região está sendo atingida por uma forte tempestade e apresenta uma intensa corrente marítima, o que aumenta os riscos da operação. Até o momento, as equipes conseguiram acessar apenas duas galerias e as buscas devem ser retomadas neste sábado (16).
Segundo o governo italiano, havia um alerta marítimo de mau tempo em vigor no momento em que o grupo iniciou o mergulho. No entanto, um dos membros da equipe que estava no barco do qual os mergulhadores saltaram afirmou que o tempo estava ótimo, com o mar tranquilo e a visibilidade excelente.
Um passageiro do barco relatou que o mergulho iniciou às 11h e deveria ter durado até às 12h, no máximo. Ao perceber que o grupo não retornou, a equipe do barco procurou por eles na superfície, mas sem sucesso. Diante disso, eles rapidamente acionaram um alerta de resgate.
Quem eram as vítimas?
Das cinco vítimas, quatro faziam parte da Universidade de Gênova, na Itália. Monica Montefalcone era professora associada de Ecologia; sua filha, Giorgia Sommacal, era estudante e engenheira bioquímica; Muriel Oddenino era pesquisadora; e Federico Gualtieri havia se formado recentemente em Biologia Marinha e Ecologia. A quinta vítima foi identificada como Gianluca Benedetti, instrutor de mergulho.
Em nota, a universidade lamentou o ocorrido e expressou simpatia pela família, colegas e estudantes que compartilham os mesmos objetivos profissionais.
*Sob supervisão de Fernando Bortoluzzi
Justiça arquiva inquéritos e encerra caso do Cão Orelha em Florianópolis
Investigações sobre supostos maus-tratos a outros cães e coação de testemunha também foram arquivadas
O Juízo da Vara da Infância e Juventude da Capital arquivou nesta quinta-feira (14), o inquérito que apurava os supostos maus-tratos a cães comunitários da Praia Brava, em Florianópolis, e que teriam resultado na morte do cachorro Orelha. O caso foi encerrado após…





