Advogados alegam que cumprimento da pena deveria ocorrer conforme a justiça italiana, que julgou o caso e não classifica estupro como crime hediondo
Os advogados do ex-jogador de futebol Robinho formulam uma nova defesa para tornar o cumprimento de pena do condenado mais brando. Essa é a nova estratégia formulada pelo novo grupo, que assumiu o caso recentemente. Segundo eles, o réu estaria cumprindo uma pena muito mais severa do que a prevista na Itália, onde ele foi condenado.
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O caso em questão ocorreu em 2013, dentro de uma boate na cidade de Milão, na Itália, quando o jogador atuava pelo Milan. Ele e um grupo de amigos estupraram coletivamente uma mulher. A condenação ocorreu em uma instância na justiça italiana, que expediu um mandado de prisão à justiça brasileira contra Robinho, que permanece preso desde 2024 em São Paulo. Como o Brasil não extradita cidadãos brasileiros, foi pedido que a execução da pena fosse cumprida no país.
Acontece que na Itália, onde o crime ocorreu e foi julgado, o estupro não é classificado um crime hediondo, tendo o cumprimento da pena mais brando, tornando a progressão do regime para um sistema semiaberto mais veloz. Já no Brasil, onde a pena é apenas executada, esse progresso é muito mais lento e seria esse, segundo os advogados do ex-jogador, que estaria sendo cumprido. Para o advogado Anderson Luna, “a submissão a regime mais gravoso em território nacional suscita questionamentos quanto à eventual extrapolação dos limites da sentença estrangeira”.
Desta forma, a defesa vai questionar ao poder judiciário brasileiro a forma como o cumprimento ocorre no país. Para ela, a pena deve ser cumprida de forma justa e proporcional à sentença original. Os recursos serão apresentados ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal, que já negou um pedido anterior de liberdade do ex-jogador. Robinho nega o crime.
*Com informações de Band.com
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