Suspeitos foram denunciados pelos crimes de latrocínio, ocultação de cadáver e corrupção de menores
Três suspeitos de participarem do assassinato de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, corretora gaúcha encontrada esquartejada em diferentes partes da Grande Florianópolis, viraram réus em processo penal pelo crime. Eles foram denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina por latrocínio (roubo seguido de morte), ocultação de cadáver e corrupção de menores.
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Os investigados são um casal e uma mulher, os quais teriam agido de forma conjunta, com uma divisão clara de tarefas, conforme a denúncia. Uma das moças foi a responsável por preparar uma substância e sedar a vítima, com o objetivo de reduzir o poder de reação. A outra, identificada como uma empresária, executou a parte mais violenta. De acordo com o MP, valendo-se do acesso ao imóvel onde Luciani estava, entrou e executou a corretora. Durante o assassinato, os outros dois réus teriam prestado apoio material, de vigilância e cooperação.
Com a gaúcha morta, o trio teria roubado diversos bens, incluindo eletrônicos, veículo, cartões bancários e dados pessoais, afim de obter vantagem econômica. Depois, o homem esquartejou o corpo e, com ajuda das outras duas envolvidas e adolescentes, descartou os restos mortais em diferentes locais. O assassinato ocorreu em março do ano passado em Florianópolis e partes de Luciani foram encontradas em um rio em Major Gercino, a cerca de 90 km da capital.
A denúncia foi ajuizada nesta sexta-feira (22), mas ainda não foi recebida pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Após o recebimento, será distribuída a uma das Promotorias de Justiça Criminais da Capital. A investigação do crime foi conduzida pela Delegacia de Roubos e Antissequestro da DEIC da Polícia Civil.
Zambelli: Justiça italiana nega extradição; ex-deputada pode ser solta
O tribunal é a última instância judiciário italiano
A Corte de Cassação da Itália negou nesta sexta-feira (22) o pedido do governo brasileiro para extraditar a ex-deputada Carla Zambelli. Os detalhes da decisão do tribunal, que é a última instância judiciário italiano, ainda não foram divulgados. Nas instâncias inferiores, a extradição foi aceita, mas não foi executada porque ainda cabia recurso.





