Jovem de 21 anos teria sido morta por asfixia e mantida por 2 dias no apartamento
O suspeito de matar a namorada de 21 anos e manter o corpo em um apartamento em Ciriúma, no Sul de Santa Catarina, tentou simular uma cena de suicídio para afastar sua responsabilidade pelo crime de feminicídio, afirma o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O órgão converteu a prisão em flagrante de Eric Cunha em preventiva no último sábado (20), um dia após a polícia encontrar Maria Eduarda Perovano Salvaro morta.
O pedido foi formulado pelo promotor plantonista e acolhido pelo Poder Judiciário após a prisão do suspeito de 24 anos na sexta-feira. Segundo Felipe Luz, há indícios de que a vítima tenha sido morta por asfixia, usando uma corda de roupão. O caso é investigado pela Polícia Civil (PCSC) como feminicídio.
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Eric Cunha foi encontrado e preso na última sexta-feira (19) no município de Cocal do Sul, a cerca de 10 quilômetros de Criciúma. Para o MPSC, o suspeito deixou o local onde o crime teria ocorrido, o que evidencia risco de fuga e sustentou o pedido de prisão preventiva, além da simulação de suicídio.
Entenda o caso
Maria Eduarda Perovano Salvaro foi encontrada morta pela Polícia Militar (PMSC) no meio dia da última sexta-feira, no apartamento onde morava no bairro São Sebastião, em Criciúma. A PMSC foi chamada por familiares da jovem, que afirmaram ter recebido mensagens do casal indicando a intenção de atentar contra a própria vida.
Esta foi a versão apresentada pelo suspeito durante audiência de custódia. Ele relatou que ambos teriam combinado de atentar contra a própria vida, mas que ele sobreviveu e permaneceu no apartamento nos dois dias seguintes.
O caso, no entanto, passou a ser tratado como feminicídio após a polícia comparecer ao local dos fatos e dar início à perícia. De acordo com a PMSC, a jovem teria sido enforcada com uma corda de roupão dois dias antes, período em que o corpo foi mantido pelo suspeito no local. A causa da morte ainda passa por confirmação por exames da Polícia Científica.
Cocaína líquida escondida em madeira pode ser a maior apreensão da droga no Brasil
Oito caminhões com 260 toneladas de madeira apreendidos pela Receita Federal podem esconder até 50 toneladas da droga
Uma operação da Receita Federal encontrou o que pode ser a maior carga de cocaína já apreendida no Brasil. Oito caminhões foram interceptados transportando 260 toneladas de madeira, que teriam sido usadas para esconder a droga diluída. A ação ocorreu neste domingo (21) nas cidades de Corumbá (MS) e Cáceres (MT), ambas na região de fronteira com a Bolívia.





