Vídeos mostram estudantes sendo socorridos após relatarem falta de ar, tontura e enjoo; caso é investigado
Uma estudante desmaiou e outros alunos passaram mal na manhã de terça-feira (30) após serem expostos ao odor de um produto químico utilizado durante a limpeza de uma sala na EEB Dr. Tuffi Dippe, no bairro Iririú, em Joinville, no Norte de Santa Catarina. Segundo a Secretaria de Estado da Educação (SED), o cheiro se espalhou pelo corredor do piso superior da escola e atingiu estudantes que estavam em uma sala de aula próxima. O Samu foi acionado, os alunos receberam atendimento médico e o caso é apurado pela Coordenadoria Regional de Educação (CRE) de Joinville.
De acordo com a SED, o produto era utilizado por um prestador de serviço durante a limpeza da sala da supervisão escolar, que estava desocupada no momento. O odor, descrito por estudantes como semelhante ao de removedor de tinta, se espalhou pelo ambiente e provocou sintomas como tontura, enjoo, dor de cabeça, mal-estar e dificuldade para respirar.
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A situação mais grave envolveu uma estudante que desmaiou e precisou de atendimento de emergência. Conforme a Secretaria, a equipe gestora da escola prestou os primeiros socorros, acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e comunicou os pais e responsáveis.
Situação gerou pânico na escola
Segundo a direção, duas estudantes foram encaminhadas ao hospital para avaliação médica e outras quatro receberam atendimento após apresentarem dificuldades respiratórias. Conforme a escola, devido ao tempo de espera pela ambulância, uma das alunas foi levada ao hospital por uma professora, acompanhada da mãe. O Samu chegou na sequência e prestou atendimento aos demais estudantes.
Ainda de acordo com a direção da escola informou que uma pequena quantidade de ‘água raz’ foi utilizada na remoção de tinta de um quadro localizado na sala da supervisão, o produto se trata de um solvente derivado do petróleo usado para diluir tintas a óleo, esmaltes sintéticos e vernizes, além de limpar ferramentas como pincéis e rolos. Apesar de o serviço ter sido realizado em um ambiente sem estudantes, o cheiro acabou alcançando o corredor e salas próximas.
Vídeos gravados por alunos e compartilhados nas redes sociais mostram parte da movimentação na escola durante a ocorrência. Nas imagens, estudantes aparecem sendo atendidos por colegas, alguns sentados ou deitados no chão, enquanto uma adolescente é levada até uma ambulância.
Confira:
Relatos de estudantes apontam que alguns alunos permaneceram na sala mesmo após o início do mal-estar. Uma mãe que não quis se identificar também afirmou que uma professora teria demorado a liberar uma aluna que já apresentava sintomas e que ela deixou a sala desacordada, sendo carregada pelos colegas. A versão, no entanto, não foi confirmada pela Secretaria de Estado da Educação.
A SED informou que acompanha a situação dos estudantes envolvidos e afirmou que todas as circunstâncias do incidente serão apuradas pela Coordenadoria Regional de Educação de Joinville.
VÍDEO: Padrasto é preso após agredir enteado dentro de carro na Grande Florianópolis
Vídeo mostra homem atingindo a criança com um celular e puxando-a pelos cabelos; testemunhas que flagraram a cena, cercaram o carro até a chegada da Polícia Militar
Um homem foi preso em flagrante na tarde de terça-feira (30) após ser filmado agredindo o enteado, uma criança menor de dois anos, dentro de um carro estacionado no bairro Jardim Eldorado, em Palhoça, na Grande Florianópolis. As imagens mostram o padrasto atingindo o menino com um aparelho celular e puxando-o pelos cabelos. A Polícia Civil informou que o suspeito foi autuado por maus-tratos e segue preso, sem direito à fiança.





