Veja do que a representante catarinense na elite precisa fazer para permanecer na primeira divisão
A Chapecoense, única representante de Santa Catarina na Série A do Campeonato Brasileiro de 2026, faz uma campanha muito aquém da esperada. Em 29 jogos disputados, a equipe conquistou apenas 18 pontos, com três vitórias, nove empates e 17 derrotas. O desempenho faz o time ocupar a lanterna da competição e, faltando nove jogos para o fim, precisar de um aproveitamento perfeito na reta final para escapar do rebaixamento.
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Nos últimos anos, os times que alcançaram 44 pontos conseguiram escapar do descenso. Em 2026, ao que parece, a tendência deve permanecer. Segundo cálculos do departamento de matemática da Universidade Federal de Minas Gerais, quem fizer essa pontuação tem pouco menos de 4% de chance de rebaixamento.
O número ainda pode ser atingido pela Chapecoense, porém, o time precisa ser perfeito na reta final. Faltam 26 pontos para o Verdão chegar aos 44 e, restando apenas nove jogos, a equipe necessita vencer todos eles para permanecer na primeira divisão. Se perder um, a pontuação máxima é de 41, o que colocaria a Chape com 61% de chance de descenso, segundo os matemáticos da UFMG.
Veja o calendário da Chapecoense
- 17/10 – Botafogo x Chapecoense
- 24/10 – Chapecoense x Fluminense
- 28/10 – RB Bragantino x Chapecoense
- 03/11 – Chapecoense x Mirassol
- 18/11 – Remo x Chapecoense
- 22/11 – Chapecoense x Cruzeiro
- 29/11 – Chapecoense x Palmeiras
- 02/12 – Flamengo x Chapecoense
- Sem data definida – Chapecoense x Vasco (atrasado da 21ª rodada)
“Blasfêmia”: Estudante iraniana é condenada à morte por insultos ao profeta Maomé na internet
Defesa alegou que comentários foram publicados durante uma alucinação por uso de cogumelos; tese foi negada pelo magistrado
A estudante iraniana Najmeh Amini, de 23 anos, foi condenada à morte pelo crime de blasfêmia, após fazer insultos ao profeta Maomé, figura sagrada do islamismo. A sentença, segundo ela, foi proferida no dia 16 de setembro e a decisão ainda pode ser contestada na Suprema Corte do Irã. Ela também foi condenada a 12 anos, seis meses e um dia de prisão em um outro processo.





