14 de outubro de 2026
TVBV ONLINE
Leo Coelho

Empreendedora de Florianópolis abre loja de velas aromáticas na Capital

Juliane Cristina Veber abriu a primeira loja física da Ageratta Velas Aromáticas em Florianópolis | Foto: Juliano Zanotelli
Depois de concentrar as vendas no ambiente online, a empreendedora Juliane Cristina Veber escolheu o Mercadão de Coqueiros para abrir a Ageratta Velas Aromáticas

Ampliar o negócio e estreitar a relação com o público que já acompanha a marca foram alguns dos objetivos da empreendedora Juliane Cristina Veber ao abrir a primeira loja física da Ageratta Velas Aromáticas em Florianópolis. O endereço escolhido foi o Mercadão de Coqueiros, localizado na região continental da Capital catarinense.

> Siga nosso canal no WhatsApp e receba as notícias do TVBV Online em primeira mão

Até então, as vendas eram realizadas principalmente pela internet, e parte dos pedidos já tinha como destino a própria região de Coqueiros. Com a loja, Juliane pretende facilitar o acesso dos clientes aos produtos e apresentar a marca a novos consumidores, aproveitando também a circulação de pessoas pelo Mercadão.

Juliane explica que a Ageratta, fundada em 2024, nasceu com a proposta de transformar aromas em experiências e memórias, utilizando produtos aromáticos como uma forma de proporcionar momentos de bem-estar no cotidiano. Além das velas aromáticas, a loja oferece difusores, sabonetes líquidos, essências para difusores, difusores elétricos e bolinhas aromáticas.

Natural de Florianópolis, Juliane é empreendedora e cursa Administração. Ela ficará responsável pelo atendimento na loja, que funciona de segunda a sexta, das 14h às 20h, e aos sábados e domingos, das 10h às 15h, no Mercadão de Coqueiros, localizado na Avenida Engenheiro Max de Souza, 843, no bairro de Coqueiros, região continental de Florianópolis.

“Blasfêmia”: Estudante iraniana é condenada à morte por insultos ao profeta Maomé na internet

Defesa alegou que comentários foram publicados durante uma alucinação por uso de cogumelos; tese foi negada pelo magistrado

A estudante iraniana Najmeh Amini, de 23 anos, foi condenada à morte pelo crime de blasfêmia, após fazer insultos ao profeta Maomé, figura sagrada do islamismo. A sentença, segundo ela, foi proferida no dia 16 de setembro e a decisão ainda pode ser contestada na Suprema Corte do Irã. Ela também foi condenada a 12 anos, seis meses e um dia de prisão em um outro processo.