Espanha e Argentina decidiram neste domingo quem levaria a Copa do Mundo para seu país. A Argentina teria a chance de, pela quarta vez em sua história, conquistar o mais importante título do futebol mundial. Já a Espanha, uma seleção que ganhou tudo que disputou nos últimos tempos, teria a chance de ser bicampeã. Após um jogo inteiro em que somente uma seleção quis jogar, a Espanha levou a melhor e sagrou-se campeã da Copa do Mundo de 2026
A seleção argentina foi covarde durante todo o jogo, abdicou de jogar futebol e assistiu ao “tiki-taka” espanhol, que tinha muito mais posse de bola e domínio. Este predominância só não se refletiu no placar, que foi definido apenas na prorrogação, graças ao goleiro Dibu Martínez, que fez defesas milagrosas durante toda a partida. Do lado “hermano”, resolveram jogar apenas quando o placar estava adverso; no mais, foram “passageiros da agonia”, sem qualquer chance durante todo o jogo.

A Espanha representou um estilo pragmático e único na forma de jogar. A troca de passes sem pressa durante todos os jogos da Copa é a maneira histórica com que os espanhóis lidam com o jogo, e desta vez foram eficientes. O domínio de bola sem pressa fez com que “La Roja” sofresse apenas um gol durante a Copa e saísse com a defesa menos vazada. Também fez poucos gols, apenas 14, mas a eficiência de quem não toma gols e faz no momento certo prevaleceu, e o bicampeonato mundial veio.
A Argentina chegou até a final carregada pelo extraterrestre Lionel Messi, que, até a semifinal, mostrou que a idade não é obstáculo para quem tem recordes a serem quebrados. Mas desta vez não deu. Messi sumiu no jogo da final e, muito bem marcado, pouco conseguiu fazer. O que demonstra que a Argentina, durante esta Copa, foi praticamente um tango de uma nota só, que buscou viradas impressionantes, muito por sua garra e força de vontade. A Argentina foi empurrada até a final por sua torcida e sua paixão, mas não levou.
O adeus de um Gênio.
Messi se despede das Copas do Mundo. Quando havia quase desistido de jogar, ele voltou a competir e trouxe o tri para “Los Hermanos” e, nesta Copa, quando todos achavam que era o seu fim, ele deu mais um show. O craque desta vez se despede de maneira definitiva, mas com a certeza de dever cumprido. mesmo sem o “caneco” nas mãos.
A acabou a copa!
A Copa do Mundo merecidamente é da Espanha, que fez um torneio sólido durante estes mais de 30 dias. Agora vamos esperar para entender como a nossa seleção, sob o comando de Carlo Ancelotti, se comporta durante este ciclo para chegar na Copa de 2030 mais preparada e, acima de tudo, com muito mais vontade de competir do que vimos em 2026.
Boa semana!
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