12 de maio de 2026
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Goleiro Bruno é preso após dois meses foragido

Imagem: Reprodução / Redes Sociais.

A prisão ocorreu após uma ação conjunta entre setores de inteligência das polícias militares do Rio de Janeiro e de Minas Gerais

O goleiro Bruno Fernandes foi preso na madrugada desta sexta-feira (8) durante uma operação da Polícia Militar em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Segundo a corporação, o ex-jogador, considerado foragido da Justiça há cerca de dois meses, não apresentou resistência e colaborou com os policiais durante a abordagem. A prisão ocorreu após uma ação conjunta entre setores de inteligência das polícias militares do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Contra Bruno havia um mandado de prisão em aberto expedido pela Justiça fluminense, após o ex-atleta deixar de cumprir determinações relacionadas ao regime semiaberto.

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De acordo com o Ministério Público, Bruno descumpriu uma série de condições impostas para a manutenção da prisão domiciliar e da liberdade condicional. Em março deste ano, a Justiça do Rio de Janeiro revogou o benefício após o goleiro deixar o estado sem autorização judicial. A decisão foi tomada pela Vara de Execuções Penais depois que Bruno viajou ao Acre para atuar pelo Vasco da Gama do Acre, em Rio Branco. Na ocasião, o juiz Rafael Estrela Nóbrega afirmou que as atitudes do condenado demonstravam “descaso no cumprimento do benefício que lhe foi concedido”.

O goleiro disputou apenas uma partida pelo clube acreano, em jogo válido pela Copa do Brasil contra o Velo Clube. Apesar de defender duas cobranças na disputa por pênaltis, Bruno não conseguiu evitar a eliminação da equipe. A contratação do ex-jogador gerou repercussão negativa. A rede de supermercados Arasuper, patrocinadora máster do Vasco-AC, rompeu o contrato de patrocínio após a estreia do atleta, alegando insatisfação com os “acontecimentos recentes envolvendo o clube”.

Bruno Fernandes foi condenado em 2013 a 23 anos e um mês de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver de Eliza Samúdio. O crime ocorreu em 2010, em Minas Gerais, e teve ampla repercussão nacional. O corpo da vítima, com quem o goleiro teve um filho, nunca foi encontrado. O ex-atleta, que defendia o Clube de Regatas do Flamengo na época do crime, obteve progressão para o regime semiaberto em 2019 e passou a cumprir pena em liberdade condicional a partir de janeiro de 2023. Agora, caberá à Justiça decidir se Bruno retornará ao sistema prisional para continuidade do cumprimento da pena.

           

             

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