Na noite desta sexta-feira, a Seleção Brasileira entra em campo para enfrentar a seleção do Haiti, às 21h30, na cidade de Filadélfia (Pensilvânia), no estádio Lincoln Financial Field, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa.
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Pressionada, a Seleção não vem de um bom resultado contra a difícil seleção de Marrocos. O empate e a atuação deixaram os torcedores brasileiros apreensivos. Agora a “Canarinho”, tem como missão vencer as próximas duas partidas para ter a tranquilidade na classificação.
A missão de vencer o Haiti, que antes parecia fácil, aos poucos vem se desenhando como um desafio difícil. O time comandado pelo técnico Carlo Ancelotti não vem apresentando um bom futebol e encontra dificuldades para encaixar a equipe. Se antes da Copa falava-se em goleada diante da seleção haitiana, hoje esse discurso já não faz tanto sentido. O momento é de prudência e de atenção.
A Seleção do Haiti
O Haiti, comandado pelo técnico Sébastien Migné, apresenta um modelo de jogo baseado na intensa força física e em transições rápidas. Estruturado em um 4-4-2 tradicional que recua para o 4-5-1 sem a bola, o time foca em linhas compactas para fechar espaços e contra-atacar em velocidade.
O grande motor técnico e cérebro da equipe está no meio-campo: o camisa 10 Jean-Ricner Bellegarde, do Wolverhampton (Inglaterra), dita o ritmo da transição com passes longos precisos e forte recomposição. Na frente, a dupla de ataque combina a estatura de Frantzdy Pierrot (1,94m), que atua como pivô de costas para a marcação, com a velocidade de Wilson Isidor (Sunderland), responsável por explorar as costas das defesas adversárias.
Dito isso…
Na minha avaliação, a Seleção tem a obrigação de ganhar, por ter uma camisa de mais peso, contar com melhores jogadores e entrar em campo como ampla favorita. Posso estar errado, mas não será um jogo tão fácil assim. E não esperem uma goleada, como dito anteriormente por este colunista. A realidade da Copa está nos mostrando que o futebol mudou: intensidade, força física e tática estão se sobressaindo em determinadas partidas de muita diferença técnica, o que acaba equilibrando os jogos.
Ancelotti tem muita experiência e temos que confiar no trabalho do Mister. Mas questionamentos precisam ser feitos: Endrick, por que não entra neste time? Esperamos também que Casemiro, para a partida de hoje, seja banco. Raphinha merece uma atenção, já que também não vem apresentando resultados.

Sabemos que nossa Seleção sofrerá modificações; esperamos que seja para melhor. E embora pareça absurdo o que vou falar, hoje “meio a zero é goleada”. Vencer o jogo é prioridade, convencer é obrigação e golear será consequência do convencimento. Bom jogo a todos nós!
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Quatro equipes de Santa Catarina jogam neste fim de semana pelas segunda e terceira divisões do Campeonato Brasileiro. O Avaí será o único da série B a jogar e tem um duelo importante contra o Cuiabá, no domingo (21), no Estádio da Ressacada. A equipe não vence há 11 rodadas e precisa de uma vitória para iniciar uma reação e sair da zona de rebaixamento. O Criciúma, por sua vez, só joga na terça-feira (23). Na série C, os três times estão em momentos diferentes.





