O Figueirense caminha em uma linha tênue entre a esperança e o fracasso na Série C, e a partida contra o Caxias é o tudo ou nada para a temporada. Na 15ª colocação com 21 pontos, o Furacão do Estreito vê o G-8 a uma distância incômoda de três pontos. Restando apenas três rodadas para o fim da primeira fase, o time treinado por Raul Cabral não tem mais margem para erros. O confronto deste domingo, às 16h, decidirá se o clube continuará vivo ou se começará a planejar uma melancólica e precoce reformulação de elenco.
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Opinião: O peso do passado recente e a falta de regularidade
A matemática ainda dá chances, mas o futebol apresentado ao longo da competição não ajuda o torcedor a dormir tranquilo. Após o empate dramático por 2 a 2 contra a Ferroviária no Scarpelli, a equipe mostrou que a oscilação emocional e física continua sendo o seu maior adversário. O time até esboça reação, mas paga o preço de um início de campeonato desastroso e marcado pela desconfiança. Ir a Caxias do Sul precisando da vitória é o castigo por pontos preciosos desperdiçados dentro de casa contra equipes da parte de baixo da tabela.
É preciso ter esperança baseado no fato de que o desempenho do alvinegro é melhor fora de casa, e de que conquistar uma vitória reacenderia a esperança de classificação à próxima fase. Raul Cabral tem tirado leite de pedra com este elenco. Com transfer ban e a impossibilidade de contratações, o Figueira vai com o que tem para Caxias. A vitória não é improvável. Este elenco já fez vitórias grandes dentro da competição que o credenciam para isso. Se o time tiver a mesma atitude que teve diante do Santa Cruz, traz os três pontos para casa, mantendo a chama da esperança da classificação acesa. Mas terá que jogar bola.
Torcedor alvinegro, você acredita na classificação?
Avaí precisa de campanha de terceiro lugar para escapar do rebaixamento
Time necessita de um aproveitamento de 56% nas 17 rodadas restantes para alcançar média do 16º colocado dos últimos anos
Uma análise preliminar realizada pelo laboratório do Ministério da Agricultura apontou que os azeites das marcas Costa D’Oro e Terra de Camões vendidos como “extravirgem” são classificados como lampantes e são considerados impróprios para consumo humano. O estudo apontou ainda que outras marcas estariam vendendo o azeite virgem como extravirgem.





