Vítima sofria de Alzheimer e teve identidade confirmada por familiares
O corpo de um homem que estava desaparecido há exatas duas semanas nesta segunda-feira (25) foi encontrado na tarde do domingo (24) no Rio Canoinhas, no município de Monte Castelo, no norte de Santa Catarina. A identidade de Cirilo Caetano da Silva, de 58 anos, foi confirmada por familiares.
Cirilo estava desaparecido desde a noite do dia 11 de maio. Ele morava na Colônia Ruthes, no interior de Major Vieira, e, segundo pessoas próximas, sofria de Alzheimer, apresentava episódios frequentes de esquecimento e costumava deambular pelas proximidades sem destino. Familiares, amigos e o Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC) estavam mobilizados nas buscas desde então.
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O corpo do homem foi encontrado por um popular por volta das 13h30 deste domingo, flutuando no Rio Canoinhas na altura do bairro Olaria. O CBMSC mobilizou uma embarcação com equipamentos de busca e resgate até o local, onde confirmou tratar-se de um cadáver enroscado em galhos em uma área de difícil acesso.
Apesar do avançado estado de decomposição, desde o resgate, as suspeitas indicavam tratar-se do corpo de Cirilo por conta das características indicadas. Marcas de cirurgias e outras particularidades ajudaram na identificação pelos familiares, mas material genético da vítima e de um dos filhos encaminhadas para perícia.
O local de onde o corpo foi resgatado ficou aos cuidados da Polícia Militar (PMSC). As causas da morte ainda devem ser investigadas pelas autoridades.
Instituição clandestina para idosos em Joinville é denunciada por funcionar em condições degradantes
Proprietários e funcionários expunham idosos a situação de extrema vulnerabilidade e risco de vida
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou três pessoas por uma série de crimes, incluindo maus-tratos, exposição de idosos a risco, humilhação e descumprimento de normas sanitárias, em uma instituição clandestina de longa permanência em Joinville que chegou a abrigar 36 idosos entre 2023 e 2025. Segundo a acusação, mesmo após interdições e determinação judicial de suspensão das atividades, o grupo teria mantido o acolhimento de forma clandestina, em condições consideradas degradantes.





