Selviana Ambu Kaka tinha 24 anos e estava tomando banho no rio com o futuro noivo quando o animal a arrastou para dentro da água
Uma jovem morreu atacada por um crocodilo enquanto tomava banho em um rio com o namorado, no distrito de Kodi, na regência de Sumba Barat Daya, na Indonésia. Selviana Ambu Kaka, de 24 anos, foi arrastada pelo animal para dentro da água uma semana antes de noivar. A fatalidade aconteceu em 23 de outubro e a cerimônia estava marcada para o dia 30.
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De acordo com a polícia local, Selviana tinha ido ao rio Bondo Kodi para lavar roupas, o que é costumeiro por lá. Depois de terminar, entrou na água com Fabianus Dowa, seu futuro noivo, e foi atacada pelo animal. Segundo o jornal The Sun, do Reino Unido, ela foi mordida na coxa esquerda e arrastada para dentro do rio. Imelda Dowa, irmã de Fabianus, presenciou a cena e avisou a família. Uma operação com participação de moradores e policiais foi iniciada para encontrar a jovem. Porém, as buscas foram suspensas por volta das 4h, sem localizar a vítima.
O corpo de Selviana só foi localizado por volta das 6h do dia 24, quando foi visto na água, a cerca de 30 metros do local do ataque, com diversas mordidas. O crocodilo, que tinha cerca de 5 metros de comprimento, foi encontrado horas antes e abatido por moradores no mesmo dia. Eles chegaram a abrir a barriga do animal para ver se ele havia engolido a jovem. A noiva estava de volta a Kodi a apenas três dias, depois de ir a Jacarta, capital da Indonésia, para participar de um ritual tradicional de noivado.
O caso acendeu um acerta no local. A regente de Sumba Barat Daya, Ratu Ngadu Bonu Wulla, pediu que a população evite as áreas habitadas por crocodilos. No rio Bondo Kodi, por exemplo, moradores tomam banho com frequência, lavam roupa e levam gado para beber água, segundo ela.
Homem é condenado a 94 anos de prisão por série de estupros contra crianças
Caso no Oeste de SC vitimou duas filhas, duas primas e uma sobrinha do réu por 14 anos
Um homem foi condenado a 94 anos, 11 meses e 26 dias de reclusão por uma série de estupros contra cinco crianças, na região Oeste de Santa Catarina. As vítimas eram as duas filhas do acusado, duas primas e uma sobrinha, que teriam sofrido os abusos por cerca de 14 anos, de acordo com a investigação.





