Corpo do casal foi encontrado sem vida em uma casa no interior de Concórdia
As apurações iniciais da Polícia Civil de Santa Catarina sobre o casal encontrado morto dentro de casa apontam que Luís Scortegagna, de 61 anos, foi morto a facadas por Juçara Lazarin do Prado Scortegagna, de 50 anos, que em seguida tirou a própria vida. Os corpos foram encontrados por familiares na noite de segunda-feira (11) dentro de um imóvel na Linha 8 de Maio, no município de Concórdia.
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Luís e Juçara, ambos servidores públicos da prefeitura do município, estavam separados há dois anos e não moravam mais na mesma casa. Ainda não se sabe qual dos dois morava no local onde o crime foi executado e a dinâmica dos fatos ainda será investigada. A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigação Criminal, aguarda o resultado da perícia e vai iniciar a fase de coletar os depoimentos de testemunhas.
Casal encontrado morto
O casal foi encontrado sem vida dentro de uma casa na comunidade da Linha 8 de Maio, no interior de Concórdia, no Oeste catarinense. De acordo com a PMSC, a guarnição foi acionada por parentes, que encontraram Luís com um ferimento causado por uma faca no pescoço e Juçara enforcada no banheiro. De acordo com as apurações, ela matou o ex-companheiro com uma faca, a qual foi encontrada ao lado do corpo dele, e depois tirou a própria vida no banheiro.
Segundo testemunhas, eles estavam separados há dois anos e não tinham histórico de violência doméstica ou brigas. Também de acordo com relatório da força de segurança, testemunhas negaram terem ouvido discussões, pedidos de socorro ou qualquer movimentação suspeita antes de encontrarem os corpos. As causas seguem em apuração.
Suspeitos de envolvimento no assassinato de “disciplina” na Grande Florianópolis são presos
Caso ganhou grande repercussão pela crueldade contra a vítima, que foi encontrada amarrada e com mais de 50 tiros no rosto abandonada em terreno baldio
Três suspeitos de assassinar Lucas Coelho, de 29 anos de idade, foram presos nesta quarta-feira (13) na região do Brejaru, em Palhoça. Eles serão investigados pelo crime que ganhou grande repercussão na região da Grande Florianópolis pela crueldade contra a vítima, que foi amarrada, mantida em cativeiro e morta com mais de 50 tiros de fuzil no rosto em São José.





