Nesta semana, após dez dias da tão aclamada convocação da Seleção Brasileira e da grande expectativa em torno do nome de Neymar, a notícia que surge novamente nas manchetes dos jornais é que o jogador tem uma lesão de grau dois na panturrilha. Esse problema vai tirá-lo dos dois amistosos preparatórios para a Copa do Mundo e, com toda certeza, também o afastará da estreia contra o Marrocos, no próximo dia 13 de junho.
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Até aí, isso não é novidade, já que a mídia espalhou a notícia aos quatro ventos. O ponto crucial é que, em outros tempos, Neymar estaria fora do Mundial. O craque da Copa de 1994, Romário, ficou de fora do torneio de 1998 exatamente por causa de uma lesão igual a esta. Sabemos que a modernidade, as tecnologias e a medicina evoluíram; naturalmente, o atleta pode vir a ficar disponível, dependendo do tratamento e de como seu corpo vai se comportar na cura. No entanto, essa situação requer repouso e atenção intensiva do corpo clínico da Seleção em prol de uma rápida recuperação. Mesmo com todos esses pormenores e detalhes, acredito que Neymar está fora da Copa. Se ele ficar com o grupo, se tornará um mero coadjuvante dentro do estrelado elenco convocado por Carlo Ancelotti.
O departamento de futebol deu 15 dias para que o atacante apresente evolução clínica dia após dia. De fato, se fosse outro atleta, não estaria mais concentrado com o grupo e assistiria aos jogos pela TV ou das arquibancadas. Minha opinião particular é que a lesão realmente o tirou do torneio, mas a CBF precisa do “produto Neymar”. Afinal, patrocinadores, mídia, torcida e o planeta inteiro querem e precisam, ao menos, dessa expectativa.
Sou um defensor do Neymar e quero muito ver o craque em campo nesta copa, mas as circunstâncias deixam claro, a cada dia que passa, a sua utilização é inviável futebolisticamente falando. Dito isso, vamos aguardar os próximos capítulos desta novela.
Tainha: Pescadores da Barra da Lagoa madrugam e tem redes carregadas em Florianópolis
Safra da tainha em Santa Catarina já ultrapassa 200 toneladas em menos de um mês, segundo dados oficiais
Pescadores da Prainha da Barra da Lagoa, em Florianópolis, capturaram quilos e quilos de tainhas entre a noite de quinta-feira (28) e a madrugada desta sexta-feira (29). O lanço mobilizou trabalhadores da pesca artesanal e moradores da comunidade, que estiveram na retirada dos peixes das redes até as primeiras horas desta sexta-feira. A pesca ocorre durante a safra da tainha em Santa Catarina, que já ultrapassa 200 toneladas de pescado capturado em menos de um mês de temporada.





