Ação cumpre mais de 80 ordens judiciais
Mais de 80 ordens judiciais são cumpridas na manhã desta terça-feira (19) no âmbito de uma operação contra um grupo criminoso responsável por subtrair aproximadamente R$ 1 milhão de um produtor rural em Rio Verde, no estado de Goiás, por meio de um golpe. Em Santa Catarina, cinco pessoas foram presas temporariamente em Joinville.
A Operação “Agropix” foi deflagrada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) para apurar os crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e furto qualificado mediante fraude eletrônica, relacionados ao golpe conhecido como “mão fantasma”. Além de SC, os mandados são cumpridos em Goiás, São Paulo e no Distrito Federal, com o objetivo de aprofundar as investigações, identificar outros envolvidos e recuperar os valores subtraídos.
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Em Joinville, foram cumpridos também seis mandados de busca e apreensão em endereços nos bairros Floresta, Iririú, Boehmerwald e Vila Nova. De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), os alvos são investigados por atuarem como operadores financeiros do esquema criminoso, conhecidos como “conteiros”, responsáveis por receber e movimentar valores oriundos das fraudes. Eles também foram alvos de bloqueios de valores pela Justiça.
Golpe da ‘mão fantasma’
Segundo as investigações, os criminosos teriam se passado por funcionários de uma instituição bancária para entrar em contato com a vítima de Rio Verde. Eles induziram o produtor rural a instalar um aplicativo de celular com o pretexto de aumentar a segurança da conta bancária.
O programa, no entanto, permitiu que os golpistas acessassem remotamente o aparelho da vítima e manipulassem a conta por meio do aplicativo do banco. Os investigados conseguiram transferir cerca de R$ 1 milhão para diversas contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar o rastreamento dos valores.
Clínica de estética é interditada após paciente ter infecção em Florianópolis
Estabelecimento não possuía alvará e realizava procedimentos sem autorização
Uma clínica de estética em Florianópolis foi interditada na última sexta-feira (15) por funcionar sem ter os devidos alvarás. O local foi alvo de uma fiscalização após uma paciente sofrer uma complicação infecciosa associada a um procedimento realizado no local.





