Filhos de Luana Piovani pegaram piolho durante temporada com o pai; fêmea do parasita bota ovos diariamente
A pediculose, conhecida popularmente como infestação de piolhos e lêndeas, atinge com frequência o couro cabeludo de crianças e adultos em ambientes escolares e familiares. O problema, marcado principalmente pela coceira intensa na região da nuca, no couro cabeludo e atrás das orelhas, exige atenção rápida para evitar que o parasita se espalhe de forma acelerada entre contatos diretos.
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Nesta semana, a atriz Luana Piovani fez críticas ao ex-marido Pedro Scooby nas redes sociais após encontrar os filhos, Ben e Liz, gêmeos de 11 anos, com piolhos. As crianças passavam uma temporada com o pai. No Instagram, a atriz escreveu “entreter não é criar” e mostrou uma foto dos piolhos que pegou do cabelo de Liz.
Entenda o ciclo da infestação por piolhos e lêndeas
O ciclo de vida do Pediculus humanus capitis, popularmente conhecido como piolho, divide-se em três fases principais:
- lêndea (ovo),
- ninfa (piolho jovem),
- parasita adulto.
As lêndeas são depositadas pelas fêmeas junto à raiz do cabelo e levam cerca de sete a dez dias para eclodir, liberando as ninfas. Após aproximadamente duas semanas de amadurecimento e alimentação baseada em sangue humano, tornam-se piolhos adultos capazes de colocar novos ovos diariamente, reiniciando o ciclo de infestação.
Como tratar a infestação
Para combater a infestação com segurança, o tratamento envolve o uso de loções ou shampoos antiparasitários específicos indicados para eliminar os insetos ativos. No entanto, os químicos muitas vezes não removem os ovos com eficácia, tornando obrigatório o uso diário do pente fino para a extração mecânica das lêndeas grudadas aos fios.
Especialistas reforçam ainda a necessidade de realizar revisões periódicas no cabelo após o procedimento inicial. Como os ovos remanescentes podem eclodir dias depois, repetir a inspeção garante a interrupção definitiva do ciclo biológico do parasita, prevenindo novas ondas de contágio.
Como a infestação começa
- Contato direto cabeça a cabeça: É a forma mais comum de transmissão, ocorrendo quando há proximidade física entre fios de cabelo de uma pessoa infestada e outra, muito frequente em brincadeiras infantis ou abraços.
- Compartilhamento de objetos pessoais: O uso coletivo de pentes, escovas, bonés, chapéus, presilhas e toalhas pode transferir os parasitas. Essa via, no entanto, é considerada menos eficiente já que o inseto sobrevive por pouco tempo fora do couro cabeludo.
- Roupas e travesseiros: Em menor escala, encostar a cabeça em tecidos, lençóis ou estofados recém-utilizados por alguém com pediculose também pode facilitar o deslocamento do parasita.
Os adultos também podem pegar piolhos, pois o parasita não faz distinção de idade e se alimenta de sangue humano independentemente do hospedeiro. O contágio em pessoas mais velhas ocorre principalmente por meio do contato próximo com crianças infestadas, como filhos, sobrinhos ou alunos. A infestação, no entanto, não é um sinal de falta de higiene.
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