12 de maio de 2026
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Prefeitura registra BO contra membros do sindicato por ameaças ao secretário da educação

Imagem: Redes Sociais/Reprodução
VÍDEO: “Tenho receio pela segurança dele” – disse um dos envolvidos enquanto exigia revogação das portarias que demitiram 150 funcionários temporários

A Prefeitura Municipal de Florianópolis registrou um Boletim de Ocorrência contra membros do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis por ameaça contra o secretário municipal de educação, Tiago Peixoto. A suposta ação teria ocorrido durante a manifestação ocorrida na tarde desta quinta-feira (7) contra a demissão de trabalhadores temporários. Na ocasião, um grupo entrou na sede do órgão para entregar um ofício exigindo a revogação das portarias, momento em que um dos presentes disse que tem “receio pela segurança dele”, referindo-se ao responsável pela pasta.

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Um vídeo que circula nas redes sociais (veja abaixo) mostra a entrada da secretaria municipal da educação lotada de manifestantes usando, em sua maioria, camisetas vermelhas com dizeres de protesto contra a administração municipal. Em determinado momento, um dos presentes chama o secretário de “mentiroso” e de “ser desprezível” e disse que as medidas tomadas por ele comprovam que ele “quer um banho de sangue descontrolado”.

Veja

Repercussão

Segundo o Sintrasem, o grupo de manifestantes, que, segundo a PMSC, reuniu de 6 a 7 mil pessoas, se deslocou até a sede do órgão para exigir o início das negociações e a revogação das portarias que demitiram 150 servidores temporários. Durante o protesto, de acordo com o sindicato, um deles se animou e levou o clima do movimento para dentro do prédio, proferindo as supostas ameaças. Ainda em vídeo publicado nas redes sociais, o Diretor de Formação Política e Sindical, Renê Munaro, afirma que os fatos foram distorcidos e quem comete a violência é o governo, com a demissão de funcionários e desconto de salários.

O município, por sua vez, esclareceu que a demissão dos funcionários temporários teve como base o regulamento da categoria, que prevê a possibilidade de demissão em casos de ausência por mais de 48 horas consecutivas ou três faltas alternadas sem justificativa. O órgão ainda ressalta que, como a greve foi considerada ilegal pela justiça, a falta dos profissionais são consideradas injustificadas, o que resultou nos desligamentos.

O início das negociações, segundo o Sintrasem, está marcado para a próxima segunda-feira (11), ocasião em que o sindicato promete levar milhares de pessoas às ruas novamente para protestar contra as medidas da administração pública.

           

             

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