Agente agiu em legítima defesa ao ver que a parceira de trabalho estava em situação de risco, segundo perícia
O processo que apurava o assassinato de uma mulher a tiros dentro de uma viatura no município de Correia Pinto, na Serra catarinense, foi arquivado pelo Ministério Público. Segundo a promotora responsável pelo caso, o policial que respondia pela ação agiu em legítima defesa ao ver que Daniela Gonçalves Carvalho, 32 anos, estava enforcando a condutora do carro com as algemas.
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A decisão do MP pôs fim a um processo que durava quase sete meses, quando o caso aconteceu, em 21 de janeiro, no município de São Cristóvão do Sul. Conforme o inquérito instaurado pela Polícia Civil, o ex-companheiro da vítima teria tentado matar o atual namorado dela. O rapaz foi encaminhado ao hospital, enquanto Daniela e o suspeito foram encaminhados à Delegacia de Curitibanos, onde foi constatado que a mulher possuía um mandado de prisão em aberto por roubo.
Os dois foram colocados em uma viatura para serem alocados no Presídio Regional de Lages. Ele ocupou o camburão e ela, por alegar que estava grávida, ficou no banco traseiro. Mesmo separados, eles começaram uma discussão e foram ordenados a parar pelos agentes. Em certo momento, a mulher atacou a condutora da viatura e passou a enforcá-la com as algemas. Diante do risco à parceira de trabalho e a todos no veículo, o policial atirou contra a mulher. Ela chegou a ser encaminhada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Segundo a Promotora de Justiça Camila da Silva Tognon, a perícia feita apontou que a versão apresentada pelos policiais corresponde aos fatos ocorridos dentro do veículo e que a atitude do agente ocorreu em legítima defesa, pois as vidas da parceira e dos demais estavam em risco. Diante disso, o processo foi arquivado. Já o ex-companheiro de Daniela, que tentou matar o namorado da vítima, segue preso preventivamente e aguarda o julgamento de homicídio tentado.
Tutora de cachorra que ingeriu 55 pedras de crack é denunciada pelo MP
Documento protocolado pelo órgão recomenda a condenação da mulher por maus-tratos e tráfico de drogas
A tutora de um cão que sofreu uma intoxicação ao ingerir 55 pedras de crack no município de Joinville, no Norte de Santa Catarina, foi denunciada por maus-tratos e poderá ser condenada pelo crime. O documento pede indenização em razão dos danos materiais e extrapatrimoniais sofridos pelo animal e a perda definitiva da guarda da cadela em desfavor da acusada.





