5 de março de 2026
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Suicídio ou queima de arquivo no “Caso Master”?

Imagem: Reprodução / Redes Sociais.

“Sicário” de Vorcaro, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, têm morte encefálica no dia que foi preso pela Polícia Federal

Em menos de 24 horas após ser preso pela Polícia Federal o “Sicário” de Vorcaro, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, foi encontrado enforcado com a própria camisa. Ele foi encontrado desacordado na cela, chegou a ser socorrido, mas teve a morte encefálica decretada ainda na noite da última quarta-feira (05).

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Segundo a PF, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão teria cometido suicídio na cela em que estava na Superintendência da PF em Minas Gerais. Através de nota a defesa de Mourão que os advogados estiveram com ele e que o cliente estava “em plena integridade física e mental”. A PF vai instaurar uma investigação interna para apurar o caso. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que determinou as prisões, solicitou as imagens de câmera de segurança que podem ter flagrado o que realmente aconteceu.

O “Sicário” foi um dos alvos da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. O banqueiro Daniel Vorcaro também foi preso na mesma operação, ele é apontado como chefe da organização criminosa estruturada em diferentes núcleos. De acordo com as investigações, o Sicário tinha papel central na quadrilha e executava ordens de monitoramento de alvos, extração ilegal de dados em sistemas sigilosos e ações de intimidação física e moral. Existem fortes indícios que o “Sicário” recebia a quantia de 1 milhão de reais por mês de Vorcaro pelos serviços prestados.

Imagem: Reprodução / Redes Sociais.

A PF obteve conversas que comprovam que Vorcaro mandava Mourão levantar dados de uma empregada, buscava intimidar funcionários e planejava agressão ao jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. A conversas foram encontradas em um grupo de WhatsApp denominado “A Turma”. Na troca de mensagens o banqueiro determinava a busca de informações sobre um funcionário e um chefe de cozinha. Ele sugeria agredir um dos alvos para intimidar o outro.

Em outro trecho foram encontradas ameaças contra empregada. “Empregada Monique me ameaçando. É mole? Tem que moer essa vagabunda”, disse Vorcaro. Mourão pergunta então o que deveria ser feito. Vorcaro responde: “Puxa endereço tudo”. Além disso devido ao trabalho do jornalista Lauro Jardim, do O globo, que era considerado negativo para os negócios, Vorcaro manda sinaliza uma possível agressão. A mensagem diz: “mandar dar um pau” no jornalista e “Quebrar todos os dentes. Num assalto”.

           

             

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