20 de abril de 2026
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VÍDEO: Polícia apreende semirreboque adulterado de R$ 240 mil em SC

Foto: PCSC
Equipamento do tipo “prancha lagartixa” foi localizado em uma empresa após denúncia anônima

Uma operação da Polícia Civil (PCSC) apreendeu, nesta quarta-feira (4), um semirreboque adulterado avaliado em cerca de R$ 240 mil no município de Tijucas. A operação foi desencadeada após a polícia receber uma denúncia anônima informando que um equipamento de transporte de grande porte poderia estar com a identificação adulterada. A partir da informação, policiais civis foram até uma empresa no município para verificar a situação. A ação foi realizada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV/DEIC) em conjunto com a Polícia Científica de Santa Catarina.

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No local, com apoio de peritos da unidade da Polícia Científica de Balneário Camboriú, foi realizada análise técnica em uma prancha do tipo “lagartixa” de quatro eixos. Durante a perícia, foram identificados indícios de adulteração na numeração que identifica o equipamento.

A chamada “prancha lagartixa” é um tipo de semirreboque rebaixado, conhecido como “carrega-tudo”, utilizado para o transporte de cargas pesadas e volumosas, como máquinas industriais, tratores e transformadores.

Segundo a Polícia Civil, a adulteração pode configurar, em tese, o crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, reboque ou semirreboque, previsto no artigo 311 do Código Penal, que tem a punição de 3 a 6 anos de reclusão e multa.

O equipamento foi apreendido e um inquérito policial foi instaurado para apurar como o semirreboque chegou à empresa e quem são os responsáveis pela adulteração. As investigações também buscam identificar se há relação com outros casos semelhantes na região.

De forma preliminar, os investigadores suspeitam da atuação de uma quadrilha que estaria comercializando equipamentos adulterados para empresas da região. A hipótese ainda está sendo apurada pela DFRV/DEIC.

           

             

Justiça manda CEF pagar cota da Mega-Sena a idoso dois anos após o sorteio

Idoso conseguiu na Justiça o direito de receber sua parte em um bolão de R$ 206 milhões, após ter sido excluído pelo organizador do grupo

Uma decisão judicial recente encerrou uma disputa que durava dois anos e serve de alerta para apostadores de todo o Brasil. Um idoso de 78 anos, que havia sido impedido de receber sua cota em um bolão premiado da Mega-Sena em 2024, finalmente obteve o direito ao prêmio. O valor, que originalmente era de aproximadamente R$ 160 mil, foi pago com correções, totalizando cerca de R$ 180 mil. O caso ocorreu em Goiânia (GO) e envolveu um dos maiores prêmios da história das loterias no país, um concurso que pagou R$ 206,4 milhões.