Produção do programa segue uma logística rigorosa: refeições são limitadas a clientes, participantes e Erick Jacquin, enquanto a equipe conta com alimentação separada durante as gravações
Uma dúvida comum entre os fãs do Pesadelo na Cozinha envolve a dinâmica das gravações: por que a equipe do programa não consome os pratos preparados nos restaurantes participantes? A explicação é operacional. Toda a produção dos alimentos é planejada para atender exclusivamente três frentes: os clientes que participam do serviço, os funcionários do restaurante e o chef Erick Jacquin, responsável por avaliar os pratos durante as gravações. Ou seja, a quantidade de comida preparada é previamente calculada e direcionada a esse público específico.
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Com uma equipe de bastidores que ultrapassa 30 profissionais, incluir a produção do programa nesse consumo comprometeria a logística do serviço e a experiência dos clientes.
Por isso, a alimentação da equipe é organizada separadamente. Em geral, a produção conta com catering próprio ou parcerias com outros restaurantes, garantindo refeições fora do ambiente das gravações.
A medida, além de manter o funcionamento do restaurante durante o programa, assegura que a avaliação feita por Jacquin e a experiência dos clientes não sejam impactadas.
Jacquin encara restaurante flutuante no novo episódio
No episódio desta semana do Pesadelo na Cozinha, Erick Jacquin enfrenta um desafio inusitado ao assumir o comando do restaurante Caravelas, que funciona em uma estrutura flutuante.
Em meio a dificuldades na operação e na qualidade do serviço, o chef avalia os principais problemas da casa e propõe mudanças para tentar reorganizar o ambiente e resgatar a experiência dos clientes.
Homem morto em carro incendiado em Laguna é identificado e suspeitos são presos
Testemunhas afirmam que vítima era alvo de extorsões por imagens íntimas; autor alegou ter sofrido abuso
Foi identificado como Jair de Bem Figueiredo, de 47 anos, a vítima encontrada com o corpo carbonizado dentro de um carro incendiado na localidade da Pedra do Frade, ponto turístico no município de Laguna, no Litoral Sul de Santa Catarina. Três suspeitos, de 19, 20 e 24 anos, foram identificados e presos em flagrante ainda nesta segunda-feira (23) após confessarem o crime.





