14 de maio de 2026
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Filha de Michael Jackson consegue reaver R$ 3 milhões ao patrimônio do pai

Foto: Redes sociais/Reprodução
Valores estavam no centro de disputa judicial com empresários responsáveis por administrar a fortuna do Rei do Pop

A filha de 28 anos de Michael Jackson, Paris, venceu uma disputa judicial e conseguiu recuperar US$ 625 mil (mais de R$ 3 milhões) ao espólio deixado pai que, haviam sido pagos indevidamente pelos gestores da fortuna a advogados terceirizados. A informação foi divulgada pelo portal norte-americano TMZ nesta quarta-feira (13).

Os empresários John Branca e John McClain ficaram responsáveis por gerir os US$ 788 milhões (quase R$ 4 bilhões) deixados por Michael Jackson após sua morte em 2009. No ano passado, Paris denunciou que uma grande quantia havia sido paga como “bonificações” a escritórios de advocacia terceirizados que atuaram na execução do patrimônio em 2018. Para a modelo, essas transferências foram injustificadas.

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Segundo o TMZ, os próprios empresários também recebiam bonificações do valor que administravam. No processo, a defesa de Paris argumentou que “os pagamentos irregulares levantam questões sérias e substanciais sobre a capacidade dos gestores de efetivamente supervisionar os advogados”. As bonificações foram ainda descritas como “um desperdício de dinheiro, incluindo presentes de seis dígitos para si mesmos e para seus colegas”.

Em outro trecho do processo, a defesa da modelo disse que “os registro sugerem que um grupo de advogados unidos e altamente remunerados está explorando a falta de supervisão dos gestores para desviar dinheiro do Patrimônio, na frente de todos”. Branca e McClain, por sua vez, afirmaram que as taxas pagas aos advogados seguem o padrão do mercado, e argumentaram que angariaram altos valores ao patrimônio ao longo de 2018, após fecharem uma série de negócios.

A defesa de Paris Jackson afirmou ao TMZ que seu foco foi sempre fazer o que é melhor para sua família, e que a decisão da Justiça é uma grande vitória. “Após anos de atraso, a família Jackson finalmente conquistou a transparência e a responsabilização por que Paris tanto lutou”, afirmou.

Entenda a decisão

O tribunal que julgou o caso reconheceu o trabalho dos empresários para transformar o patrimônio na potência financeira que é hoje, observando que eles criaram uma “riqueza geracional real e substancial” para Paris e seus dois irmãos. No entanto, o juiz não aprovou a soma de US$ 625 mil em bonificações e determinou que o dinheiro fosse reintegrado ao patrimônio.

Um representante de Branca e McClain afirmou ao TMZ que os clientes ficaram satisfeitos que o próprio tribunal tenha reconhecido seu trabalho e de seus advogados externos. “Enquanto a corte aprovou diversas bonificações a assessorias jurídicas terceirizadas ao longo dos anos de seu extraordinário serviço; e esta foi a primeira vez que eles foram alvo de objeções, os gestores sempre entenderam que as taxas legais estão sujeitas à aprovação do tribunal e sempre defenderam que os advogados aceitassem devolver qualquer valor ao patrimônio caso os pagamentos não fossem aprovados”, afirmou a defesa.

Os empresários reiteraram ainda que as bonificações não foram pagas a eles próprios, mas sim para os escritórios de advocacia terceirizados. A defesa manifestou-se dizendo que, mesmo discordando, respeita e irá seguir a determinação da Justiça.

           

             

Denúncias de contaminação em produtos Ypê partiram de multinacional dona da OMO

Unilever reconheceu que realiza testes com produtos concorrentes e identificou a presença da superbactéria Pseudomonas aeruginosa

Duas denúncias sobre a contaminação microbiológica de produtos de limpeza da Ypê, que tiveram a produção e comercialização temporariamente suspensas, pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), foram feitas pela multinacional dona de marcas como Omo e e Cif. A informação foi revelada nesta quinta-feira (14) pelo jornal Folha de S. Paulo.