Operação da Polícia Civil e Procon identifica irregularidades sanitárias e administrativas
A Polícia Civil (PCSC) investiga um suposto caso de extorsão em que um cliente da boate La Maison Drinks Club em Florianópolis, teria sido dopado e forçado a transferir mais de R$ 70 mil. Uma operação conjunta com o Procon na manhã desta quinta-feira (9) resultou na interdição do estabelecimento.
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Segundo a PCSC, a investigação teve início após um cliente da boate realizar um boletim de ocorrência afirmando que foi dopado enquanto consumia bebidas no estabelecimento. Em depoimento, o homem relatou que após retomar a consciência, identificou diversas transações bancárias não reconhecidas que totalizaram mais de R$ 70 mil.
A denúncia resultou em uma operação de fiscalização no local. Durante a ação, as autoridades constataram a ausência de alvará de funcionamento e o armazenamento inadequado de bebidas, o que resultou na interdição do estabelecimento. Além disso, os policiais afirmaram ter encontrado drogas e medicamentos de uso controlado no interior do imóvel, no bairro Capoeiras.
Em nota, o estabelecimento afirmou que as alegações contidas no boletim de ocorrência não correspondem à realidade. A empresa ainda destacou que desde o registro da ocorrência a direção da casa tentou contato com a delegacia responsável para prestar esclarecimentos sobre os fatos, mas foi ignorada pelas autoridades.
A empresa ainda destacou que o estabelecimento só foi interditado porque alguns alvarás, os quais, segundo a casa, foram regularizados, não estavam no local durante a ação das autoridades. Por fim, afirmou que a documentação necessária será apresentada aos órgãos competentes ainda nesta quinta-feira.
Confira a nota da boate na íntegra
A direção do estabelecimento vem a público esclarecer os fatos relacionados à operação realizada hoje e à consequente interdição, a fim de garantir à imprensa e ao público informações precisas e transparentes sobre o ocorrido. As alegações contidas no boletim de ocorrência registrado em janeiro de 2026 não correspondem à realidade e são categoricamente negadas pela direção.
Em relação ao boletim de ocorrência lavrado em janeiro de 2026, no qual um suposto cliente afirma ter sido dopado nas dependências do estabelecimento, esclarecemos que, desde o registro da ocorrência, a direção da casa, em conjunto com seus advogados, tentou por três vezes entrar em contato com a delegacia responsável para prestar voluntariamente informações e colaborar com o esclarecimento dos fatos. Em todas as oportunidades, a iniciativa foi ignorada pelas autoridades competentes, sem qualquer retorno ou agendamento.
Quanto à interdição ocorrida nesta data, durante a operação realizada pelos agentes fiscalizadores, alguns alvarás não foram localizados no momento da vistoria nas dependências do estabelecimento. Tal circunstância, de natureza estritamente documental e operacional, foi o único fundamento para a medida de interdição adotada.
Informamos que todos os alvarás do estabelecimento estão devidamente regularizados e em plena validade. A documentação necessária será apresentada junto aos órgãos competentes no decorrer do dia de hoje, e aguardamos a imediata regularização da situação e a reabertura do estabelecimento.
A direção reitera seu compromisso com a legalidade, a transparência e a segurança de seus clientes e colaboradores, e permanece à disposição das autoridades para todos os esclarecimentos necessários.
*Sob supervisão de Fernando Bortoluzzi
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