Sting explicou motivos de decisão polêmica em entrevista
O cantor Sting, ex-vocalista da banda The Police, afirmou que não pretende deixar sua fortuna para os filhos. Em entrevista ao programa CBS Sunday Morning, ele explicou que acredita que seus filhos não devem depender financeiramente da fortuna construída por ele ao longo da carreira.
A voz de “Every Breath You Take” afirma que que pagou pela educação dos filhos, mas que nunca disse a eles que não precisariam trabalhar. “Acho que a pior coisa que você pode fazer a uma criança é dizer: ‘você não precisa trabalhar.’ Acho que isso é uma forma de abuso da qual espero nunca ser culpado”, afirmou.
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Sting explicou ainda que não considera essa postura rígida ou cruel, e que faz questão de incentivar os filhos a desenvolverem independência. “Todos os meus filhos foram abençoados com essa ética de trabalho extraordinária, seja por estar no DNA ou por eu ter dito a eles: ‘Pessoal, vocês têm que trabalhar. Sabe, estou gastando nosso dinheiro, estou pagando pela educação de vocês. Vocês têm sapatos nos pés. Vão trabalhar'”, disse ele em entrevista.
O ex-vocalista do The Police disse ainda que os filhos são fortes e confia que eles vão trilhar o próprio caminho. Sting é pai de seis: Joe e Fuchsia Sumner, frutos do casamento com a atriz Frances Tomelty; e Mickey, Jake, Eliot e Giacomo Sumner, do casamento com Trudie Styler.
A entrevista à CBS aconteceu durante a divulgação do musical The Last Ship, obra baseada em sua infância na cidade de Wallsend, na Inglaterra. Recentemente, Sting esteve envolvido em questões jurídicas relacionadas ao legado do The Police. Ele teria pago mais de 800 mil dólares (aproximadamente R$ 4 milhões) em direitos autorais aos ex-companheiros de banda em meio a um processo iniciado no ano passado.
OMS confirma 5 casos de hantavírus, mas descarta risco à saúde pública
Contaminações são por cepa argentina do vírus transmissível entre humanos
A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou nesta quinta-feira (7) cinco casos de infecção pelo hantavírus ligados a um navio de cruzeiro no Oceano Atlântico, de oito notificações e três mortes registradas. Apesar de se tratar de um incidente sério, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, classificou o “risco à saúde pública como baixo”.





