O Avaí entrou em campo na noite desta terça-feira (28), no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS), para enfrentar o Juventude. Em uma partida muito ruim dos dois times e extremamente prejudicada pela forte chuva que ocorreu durante o dia todo e ao longo do jogo inteiro, a prática do bom futebol e o ritmo do jogo como um todo foram dificultados. A partida terminou em 1 a 0 para os donos da casa, com um gol marcado por Lucas Alves nos acréscimos do segundo tempo.
O bom futebol passou longe, já que os 90 minutos de jogo foram marcados por dois times tentando praticar algo parecido com futebol, visto que o gramado não suportou a forte chuva. Esta impossibilidade levou desvantagem ao time que é melhor tecnicamente e que briga na parte de cima da tabela. O Juventude tem bons jogadores e um elenco mais preparado, com mais técnica e toque de bola, mas não conseguiu desenvolver seu melhor futebol. Isso equilibrou as coisas com o Avaí, que neste jogo até tentou jogar algo. No entanto, sobrou vontade e faltou técnica e inteligência para jogar em um campo tão encharcado.
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A derrota em si não assusta tanto. Perder de 1 a 0 para o quinto colocado da Série B, fora de casa, não me parece algo absurdo. O problema é quando olhamos para a tabela de classificação. O retrato da dificuldade demonstra o time ainda dentro da zona de rebaixamento, tendo que ter um aproveitamento acima do que conseguiu até agora para escapar da Série C.
Como disse ontem aqui nesta coluna, o Avaí fez contratações importantes, que podem suprir a deficiência técnica e melhorar as opções de banco. Espero que o técnico Allan Aal perceba que alguns jogadores precisam “descansar” um pouco no banco de reservas. Jean Lucas tem um “sono” que incomoda durante todo o jogo. Allyson, com a chegada de Pedrão e Reynaldo, também pode ir para o banco. Douglas Teixeira, que na minha opinião falhou no lance do gol, também pode deixar espaço para William ou outro atleta mais comprometido com o sistema defensivo. Muitos podem até citar Léo Gamalho na tentativa de encontrar um culpado pela derrota de ontem e por ele ter aparecido pouco no jogo. Mas, ainda assim, não vejo que ele fez uma partida ruim. Apareceu pouco porque foi pouco acionado, pouco chamado ao jogo. E, mesmo assim, nos lances em que apareceu, não foi um “terror” jogando.
Resumo
Sem terra arrasada, sem desespero. Na minha visão, a derrota de ontem estava calculada na luta pela permanência. Jogos mais importantes contra adversários diretos virão e o Avaí precisará pontuar. Vencer ontem seria um plus… três pontos que seriam muito bem-vindos, mas não vieram. Não foi um vexame, não foi uma goleada e o Avaí não pecou por falta de competitividade. Pecou por falta de qualidade e pelas condições de jogo.
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$86 milhões; três apostas de SC acertam a quina
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