Ansiedade, insegurança, cansaço e dificuldades durante as mamadas podem afetar o bem-estar da mãe e a experiência com a amamentação
O início da amamentação envolve mudanças físicas, hormonais e emocionais que podem afetar a saúde mental da mãe. Ansiedade, insegurança, cansaço e dificuldades com as mamadas podem tornar a adaptação mais difícil e influenciar a forma como a mulher vivencia esse período. Giorgia Ocinschi, psicóloga hospitalar da Rede de Hospitais São Camilo, explica que o estado emocional da mulher também interfere na experiência com a amamentação. “A saúde emocional da mãe interfere diretamente em como ela vive o início da amamentação”, afirma.
Durante o puerpério, alterações hormonais, cansaço e a adaptação à nova rotina podem deixar a mulher mais vulnerável emocionalmente. Nas primeiras semanas, também pode ocorrer o chamado baby blues, marcado por oscilações de humor que costumam melhorar com o tempo. Quando o sofrimento persiste ou interfere na rotina, é importante buscar avaliação profissional. Quando está ansiosa ou muito estressada, a mulher pode ter mais dificuldade para relaxar durante a mamada. O estresse também pode interferir nos hormônios envolvidos na descida do leite.
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Amamentação também envolve saúde emocional
Dor, fissuras nos mamilos e pega incorreta estão entre as dificuldades que podem transformar a amamentação em uma fonte de sofrimento. Uma mamada dolorosa pode provocar ansiedade, tristeza e culpa, além da sensação de que a mãe não está conseguindo alimentar o filho como gostaria. “É essencial oferecer acolhimento técnico e emocional”, afirma Ocinschi. Orientações sobre pega e posições podem ajudar a resolver as dificuldades, enquanto o espaço para falar sobre os sentimentos permite que a mulher seja ouvida durante esse processo.
A pressão para amamentar exclusivamente e cumprir todas as expectativas relacionadas à maternidade também pode aumentar a autocobrança. “Ser boa mãe não significa dar conta de tudo perfeitamente”, destaca a psicóloga.
Rede de apoio faz diferença
Família e amigos podem ajudar a reduzir a sobrecarga com atitudes simples, como dividir tarefas domésticas, preparar refeições e proporcionar momentos de descanso. A forma de conversar com a mãe também é importante. “Perguntar ‘Como você está se sentindo?’ e ouvir com empatia sem dar conselhos indesejados faz a mulher se sentir acolhida”, explica Ocinschi.
Reconhecer os limites da mãe e oferecer suporte diante das dificuldades também faz parte do cuidado com a saúde mental durante a amamentação. Quando necessário, o acompanhamento profissional pode ajudar nesse processo.
“Drogômetro” que detecta 12 substâncias já pode ser usado em blitz
Implantação da tecnologia em Santa Catarina depende da aquisição dos equipamentos por parte dos órgãos de segurança do trânsito
O uso do “drogômetro” em fiscalizações de trânsito foi regulamentado pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e os órgãos estaduais de trânsito já trabalham para colocar a medida em prática. Em Santa Catarina, o novo equipamento ainda não tem data para ser implementado e depende da aquisição do mesmo pelos órgãos de segurança nas estradas.





