O Figueirense bem que tentou, mas não conseguiu a classificação entre os oito primeiros colocados da Série C para disputar o quadrangular que poderia levar ao acesso. O time venceu, fez sua parte na partida diante do Maranhão — vencendo o jogo por 2 a 1 —, mas ficou na dependência de outros resultados que não vieram. O retorno para a Série B fica adiado para 2027.
O Alvinegro mais uma vez paga o pato por ter começado seu ano de uma forma extremamente conturbada. Relembrando um pouco, o time foi rebaixado para a Série B do campeonato estadual, contratou de forma equivocada muitos jogadores que não deram certo, teve técnicos que não encaixaram a equipe e trouxeram mais problemas do que soluções, atrasou salários, trocou a diretoria, vendeu sua SAF e ainda sofreu um transfer ban. Ufa! Falando assim, parece que se passaram três anos, mas, na verdade, essa tempestade de acontecimentos ocorreu em apenas sete meses, deixando pouco espaço para planejamento, futebol e conquistas.
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O clube colheu prejuízo porque plantou incompetência. Mas desta vez tenta se reestruturar novamente, na minha avaliação de maneira mais assertiva, já que o Eduardo Mafra, presidente da SAF, me parece ser uma pessoa mais equilibrada e preparada. Edson Silva é torcedor e empresário e, pelo que percebo, está bem-intencionado. Dentro de campo, ou no departamento de futebol, se assim preferir, o Figueira trouxe Túlio Guerreiro, que tem experiência e vem tentando, com o pouco recurso que tem, mudar as coisas. Já Raul Cabral foi o “cara” que trouxe o crescimento, ainda que tardio, para o time.
A classificação não veio. O prejuízo ainda é enorme e o calendário fica comprometido com competições pouco atrativas. Pedir paciência para o torcedor não dá mais. Agora o que resta é pedir complacência, aceitação e entendimento de que, ao que parece, o processo está sendo feito e o time precisará se reerguer degrau por degrau, dentro e fora de campo.
Boa semana!
No apagar das luzes, Avaí é castigado pelo Atlético-GO e perde em casa
Com 29 pontos, Avaí permanece na 16ª colocação e terá quatro dos cinco jogos de setembro fora de casa
O futebol foi cruel com o Avaí na tarde do domingo (30), na Ressacada. Em uma partida marcada pelo gramado encharcado pelas fortes chuvas que atingiram Florianópolis, o Leão da Ilha criou oportunidades, principalmente no segundo tempo, mas não conseguiu balançar as redes. Quando o empate parecia encaminhado, Bruno José apareceu no último lance para marcar o gol da vitória do Atlético-GO por 1 a 0. O resultado mantém o Avaí na 16ª colocação da Série B, com 29 pontos, ainda fora da zona de rebaixamento.





