21 de outubro de 2026
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Golpe em investimentos causa prejuízo de R$29 milhões a vítimas em Blumenau

Foto: PCSC
Operação Stop Loss investiga suspeitas de estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa

Um suposto esquema de fraude em investimentos provocou prejuízos de quase R$30 milhões e teria levado vítimas a contratar empréstimos bancários milionários em Santa Catarina. A Polícia Civil (PCSC) deflagrou, nesta terça-feira (20), a Operação Stop Loss para investigar o caso, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão em Blumenau, no Vale do Itajaí, e nas cidades de São Carlos e Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. A investigação apura suspeitas de estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Segundo a Polícia Civil, ao menos cinco pessoas teriam sido vítimas do esquema, que é investigado pela 1ª Delegacia de Polícia de Blumenau, com apoio do Departamento de Investigações Criminais (DIC).

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A apuração começou em junho, após o recebimento de uma denúncia. De acordo com o delegado Ronnie Esteves, os suspeitos ofereciam serviços de gestão de investimentos e, dessa forma, obtinham acesso às contas dos clientes. Com esse acesso, teriam realizado operações financeiras de alto risco, que resultaram em perdas expressivas.

Para esconder as perdas financeiras, os investigados teriam apresentado relatórios adulterados que indicavam lucros fictícios. Conforme a investigação, eles também cobravam comissões consideradas indevidas e induziam os investidores a contratar empréstimos bancários de valores elevados, aumentando o prejuízo das vítimas.

A Polícia Civil investiga quatro suspeitos e empresas relacionadas ao suposto esquema. Até o momento, não foram divulgados os nomes dos investigados nem a identificação e a quantidade de empresas que podem estar envolvidas.

Justiça bloqueia bens e investigação continua

Durante a Operação Stop Loss, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão: um em um apartamento ligado a um dos investigados, em Blumenau, e outros dois em endereços localizados em São Carlos e Ribeirão Preto, em São Paulo.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros dos investigados, ou seja, valores que eles mantêm em contas bancárias e outros recursos financeiros. A medida busca impedir que esse dinheiro seja movimentado ou retirado enquanto a investigação avança, preservando parte do patrimônio que poderá ser usado para ressarcir as vítimas. Essa devolução dos valores, no entanto, dependerá do andamento do processo e de uma decisão judicial.

As investigações continuam para esclarecer como o suposto esquema funcionava, rastrear o destino dos recursos financeiros e identificar possíveis outros participantes. A Polícia Civil também busca reunir provas que permitam dimensionar a fraude e viabilizar a recuperação dos valores que teriam sido perdidos pelos investidores.

Os fatos são investigados sob suspeita de estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Até a conclusão das apurações, não há decisão definitiva sobre a responsabilidade dos suspeitos.

Influenciadora brasileira é presa no Egito acusada de gestos obscenos e assédio

Amiga de Malévola, Bruna Tivo afirma que famosa e amigas foram detidas após armação por transfobia

Malévola Alves foi presa no Egito, segundo informações da amiga da influenciadora trans, Bruna Tivo. Nesta terça-feira (20), a também influenciadora contou que está na França neste momento e que busca o contato com Malévola e outras amigas. “Não estou no Egito com as meninas mais. Tive que voltar para Paris para resolver algumas coisas, as meninas estão no Egito. Se vocês conhecerem algum advogado lá, me avisem aqui”, disse Bruna, que afirmou que elas estão sem celular e presas em uma delegacia. O Egito não é um país restritivo para a comunidade LGBTQIAPN+, mas a circulação, expressão e vivência transsexual no país enfrenta barreiras sociais e há casos de perseguição contra pessoas trans.