Brasil deve registrar mais de 77 mil casos da doença por ano até 2028
Novembro é o mês dedicado à campanha Novembro Azul, que busca conscientizar os homens sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar mais de 77 mil novos casos da doença por ano no triênio de 2026 a 2028.
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O oncologista Fernando Maluf explica a importância de manter o acompanhamento médico e estar atento aos fatores de risco.
“De cada dez pacientes, três não precisam de tratamento imediato. Existem testes hoje, moleculares, muito específicos e muito sofisticados, que nos ajudam ainda mais a sedimentar essa decisão. Então, essa conduta é chamada de observação vigilante. Os pacientes não são tratados, mas são monitorados com exames de sangue, exame físico e com eventuais biópsias também, além do exame de PSA. Os outros 70% com doença localizada precisam de tratamento, que pode ser a cirurgia — que evoluiu de modo muito importante com a introdução da cirurgia robótica — ou a radioterapia.”
O câncer de próstata é o tipo mais frequente entre os homens brasileiros, desconsiderando os tumores de pele não melanoma. Entre os principais fatores associados ao desenvolvimento da doença estão o envelhecimento, o histórico familiar e a maior incidência entre homens negros. O oncologista Fernando Maluf destaca que o diagnóstico pode envolver avaliação clínica, exame de toque retal e dosagem do PSA.
“Nós temos agora, sendo estudados — e a gente faz parte de estudos globais —, novas formas de imunoterapia e de anticorpos, chamados conjugados a drogas, que se ligam ao tumor prostático e jogam para dentro dele drogas químicas que são também letais.”
O Novembro Azul é um convite para que os homens deixem o preconceito de lado e assumam o protagonismo no cuidado com a própria saúde. A orientação é conversar com o profissional de saúde, esclarecer dúvidas e avaliar individualmente a necessidade de exames preventivos.
Político é alvo de operação suspeito de obrigar servidor a pagar despesas particulares
Subordinado teria também sido coagido a realizar atividades que extrapolam suas atribuições
Um agente político de Lages, na Serra catarinense, foi alvo de uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) na manhã desta quinta-feira (5). Ele é suspeito de constranger um servidor a pagar suas despesas pessoais e realizar atividades que extrapolam suas atribuições funcionais.





