11 de setembro de 2026
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Policial

Homem é condenado por matar mulher endividada com organização criminosa

Imagem: Banco de imagens
Denúncia aponta que ele e mais três homens executaram a mulher por dívida relacionada à compra de uma arma e enterraram o corpo em uma área de mata

Um homem foi condenado a 23 anos e quatro meses de prisão por participar do assassinato de uma mulher e enterrar o corpo em uma área de mata, em Florianópolis. O réu foi julgado e sentenciado em sessão do Tribunal do Júri da Comarca da Capital na terça-feira (8), mais de dois anos após o crime, ocorrido em abril de 2024.

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A decisão acatou por completo a denúncia ajuizada pela 36ª Promotoria de Justiça da Capital. Conforme o documento, a vítima teve a casa, situada na região Norte da Ilha, invadida por um grupo de quatro pessoas, foi rendida, teve a boca tapada e as mãos amarradas na presença do próprio filho. Em seguida, foi tirada da residência e levada a uma área de mata na região da Vila do Sapo, nos Ingleses. Lá, ela foi atingida por disparos de arma de fogo e enterrada em uma cova previamente preparada para a execução. Conforme a investigação, a mulher foi morta por conta de uma dívida relacionada à compra de uma arma de fogo junto a uma organização criminosa.

Na sessão desta terça-feira, o Conselho de Sentença reconheceu a prática dos crimes de homicídio dolosa qualificado, por motivo torpe e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, ocultação de cadáver e participação em organização criminosa armada. Diante disso, o réu foi condenado a 23 anos e 4 meses de prisão. A decisão é passível de recurso, mas o condenado teve o direito de recorrer em liberdade negado. Por isso, permanecerá detido.

Um outro envolvido no crime morreu em um confronto com a polícia um mês depois do caso. Os outros dois não foram identificados.

Coordenador esportivo é preso por estelionato contra atletas especiais em SC

Investigação aponta que o suspeito lucrou mais de R$ 20 mil com golpes contra atletas

O coordenador de uma instituição de atletas especiais de Brusque, no Vale do Itajaí, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (9) por crime de estelionato. Ele foi visto recebendo valores indevidos de um esportista, prática que, conforme a investigação, teria ocorrido de forma frequente desde 2025.

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