Paciente estava internado em estado grave para tratar um câncer quando, segundo a polícia, a irmã teria desligado o oxigênio e realizado outras ações que colocaram a vida dele em risco
Uma mulher de 50 anos foi presa preventivamente nesta terça-feira (18), em um hospital de Brusque, no Vale do Itajaí, suspeita de tentar matar o próprio irmão, que está internado para tratamento de um câncer. Segundo a Polícia Civil (PCSC), a investigada teria desligado o oxigênio do paciente e tampado com uma toalha o orifício da traqueostomia dele, provocando uma queda na saturação e colocando a vida do homem em risco. O paciente está internado desde 31 de julho e, conforme a investigação, encontra-se bastante debilitado, sem condições de se comunicar ou se defender. A mulher era acompanhante dele na unidade hospitalar.
O crime começou a ser investigado após episódios registrados durante a internação pela própria equipe do hospital. Segundo informações repassadas pelo hospital à Polícia Civil, no dia 7 de agosto houve o rompimento da traqueostomia do paciente. Posteriormente, a mulher teria injetado uma substância ainda não identificada no irmão.
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Em outro momento, conforme o relato encaminhado à polícia, ela teria desligado o oxigênio utilizado pelo paciente e, posteriormente, coberto com uma toalha o orifício da traqueostomia, dificultando a respiração. Em uma dessas situações, a equipe médica precisou intervir para reverter o quadro após o homem apresentar queda na saturação.
O hospital foi responsável por acionar a Polícia Civil. Durante a abordagem, a mulher teria admitido ter realizado alguns procedimentos no irmão, mas afirmou que possuía autorização da equipe médica e que sua intenção era aliviar a dor e o desconforto do paciente. O hospital, no entanto, negou que tivesse autorizado as ações.
Prisão dentro do hospital
Diante da gravidade dos fatos e da condição de vulnerabilidade do paciente, o delegado Fernando Farias solicitou a prisão preventiva da mulher. A ordem foi decretada pela Vara Criminal da Comarca de Brusque. A investigada foi localizada pelos policiais da Delegacia de Investigação Criminal (DIC) dentro do próprio hospital, onde permanecia como acompanhante do irmão. A prisão ocorreu sem resistência e não foi necessário o uso de algemas.
Durante as investigações no quarto, os policiais apreenderam um celular, instrumentos, medicamentos e materiais de uso hospitalar que estavam entre os pertences da mulher. Um frasco contendo um líquido também foi encontrado e será encaminhado para perícia, que deverá identificar a substância.
Os policiais ainda realizaram buscas no veículo utilizado pela investigada, estacionado nas dependências do hospital, mas nenhum outro material de interesse para a investigação foi encontrado. Após a prisão e as diligências, a mulher foi conduzida à sede da DIC de Brusque e permaneceu à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil informou que a investigação continua para esclarecer todas as circunstâncias da tentativa de homicídio e reunir elementos que possam subsidiar a responsabilização dos envolvidos.
Sortudo de Chapecó leva bolada de mais de R$50 mil na Mega-Sena
Bilhete simples registrado pelo internet banking da Caixa ficou entre as 38 apostas que acertaram cinco dezenas; prêmio principal acumulou e pode chegar a R$ 50 milhões
Uma aposta de Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, faturou R$50.460,11 no concurso 3.046 da Mega-Sena, sorteado na noite desta terça-feira (18). O bilhete acertou cinco das seis dezenas e ficou entre as 38 apostas que levaram o prêmio da quina em todo o país. A aposta catarinense foi registrada por meio do internet banking da Caixa e era uma aposta simples, de seis números. Dessa forma, o prêmio será integralmente destinado ao apostador.





