Familiar relatou ter ouvido sons semelhantes a tiros durante a madrugada e caso é investigado como triplo homicídio pela Polícia Civil
Três homens foram encontrados mortos e com os corpos carbonizados na tarde de segunda-feira (19), em uma área de morro no bairro Garganta, em Sangão, no Sul de Santa Catarina. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar (PM) e é investigada como triplo homicídio pela Polícia Civil (PCSC). Duas das vítimas foram identificadas: um homem de 25 anos e outro de 26. O terceiro permanece sem identificação oficial. Os corpos foram encontrados por um morador que, segundo a PM, foi até o morro a pedido da mãe, após retornar do trabalho. No local, ele encontrou as três vítimas com sinais de queimaduras e aparentes ferimentos provocados por disparos de arma de fogo na região da cabeça.
Conforme o relato do morador à polícia, um de seus irmãos estava há cerca de dois dias sem aparecer na residência de outro familiar. Ele também informou que a mãe havia ouvido sons semelhantes a tiros por volta da 1h da madrugada de segunda-feira. Após o chamado, policiais militares foram até o local, isolaram a área e acionaram a Polícia Civil e os órgãos responsáveis pela perícia. O Instituto Geral de Perícias (IGP) realizou os procedimentos necessários para auxiliar na identificação das vítimas e na determinação das causas das mortes.
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Duas vítimas foram identificadas
De acordo com informações da Polícia Militar, os dois homens eram naturais de São Paulo. O de 26 anos possuía registros policiais e penitenciários por lesão corporal, ameaça e furto. Já o jovem de 25 anos tinha registros por lesão corporal, ameaça, dano e receptação. A terceira vítima ainda não havia sido identificada oficialmente até a última atualização das informações.
A Delegacia de Polícia de Sangão instaurou um inquérito para investigar as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pelas mortes. Segundo o relato do familiar à Polícia Militar, havia suspeita de que as vítimas fossem seus irmãos. O homem também levantou a hipótese de que o crime pudesse estar relacionado ao possível envolvimento de um deles em furtos e roubos no município. Essa informação, no entanto, é uma suspeita relatada pelo comunicante e não foi confirmada pelas autoridades.
A Polícia Civil informou que não divulgará outros detalhes neste momento para não comprometer o andamento das investigações.

Padrasto é condenado por torturar bebê e ameaçar testemunha em Palhoça; relembre o caso
Homem foi filmado agredindo a enteada com um celular e puxando-a pelos cabelos; Justiça também fixou indenizações de R$35 mil às vítimas
Um homem condenado por torturar a enteada, de um ano de idade, e ameaçar uma testemunha das agressões deverá cumprir 3 anos, 2 meses e 24 dias de reclusão pelo crime de tortura majorada, além de um mês de detenção pela ameaça. A decisão foi obtida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) após denúncia sobre um caso ocorrido em 30 de junho, no bairro Jardim Eldorado, em Palhoça, na Grande Florianópolis. A Justiça também determinou o pagamento de R$35 mil em indenizações por danos morais às duas vítimas.





