6 de abril de 2026
TVBV ONLINE
Filipe Souza

Avaí joga bem mas não vence; Figueira tem um novo começo!

Foto: FabianoRateke/Avaí FC

Na tarde deste domingo, o Avaí bem que tentou vencer o Operário-PR, mas não conseguiu superar o sistema defensivo e a “catimba” do técnico Luisinho Lopes, que não veio a Florianópolis para jogar futebol.

O Avaí teve o domínio do jogo inteiro: trocou passes, foi envolvente e chegou à área adversária, mas foi ineficiente no terço final do campo. Thayllon tentou, mas não teve a mesma sorte de outros jogos; suas jogadas pouco repercutiram em lances de gol. Como previsto, a ausência mais sentida foi a do jogador “cabeça pensante” do time, Daniel Penha, que esteve fora da partida por lesão. Em seu lugar entrou Wenderson, que tem muita intensidade e bastante força, características de um volante e não de um meia-armador. Com isso, o Avaí foi um time pouco inteligente no meio; Jean Lucas, sozinho, não foi capaz de abastecer o ataque avaiano com a qualidade necessária.

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O Operário foi um time covarde, que não quis jogar e fez “cera”. Junto a isso, um árbitro ruim, o senhor Denis da Silva Ribeiro Serafim (AL), que não teve critério nenhum, fez com que a bola pouco rolasse!

Com o empate, o Avaí continua invicto na Série B e acumula três partidas sem sofrer gols, mas pode perder a liderança pelos critérios de saldo de gols caso a partida desta segunda-feira, entre Goiás e Criciúma, termine com um vencedor.

Mais duas observações pertinentes:

  1. O lateral Douglas Teixeira foi um dos destaques do time, não pela qualidade, que às vezes falta —, mas pela intensidade, raça e disposição. É um jogador “sanguíneo”, que sente o jogo e vibra a cada instante da partida.
  2. Felipe Avenatti não é um jogador ruim, mas, de fato, Wallace França merece uma oportunidade no time titular.
Imagem: Redes sociais/Reprodução

Figueira rumo ao acesso!

Finalmente chegou o dia da estreia do Figueirense na Série C. O time do técnico Márcio Zanardi teve tempo para treinar e fazer algo diferente do que apresentou ao longo da curta temporada de 2026. No Campeonato Catarinense, houve uma decepção gigantesca com o rebaixamento para a segunda divisão, a perda de dois clássicos (sendo um deles pela decisão da Recopa) e a eliminação na Copa do Brasil — sem contar todos os problemas políticos do clube que, ao que parece, estão sendo resolvidos.

Neste último mês, a diretoria trabalhou, contratou e se mexeu. Se a pressão da torcida junto aos dirigentes fez efeito, nós vamos saber na noite de hoje, na partida de estreia do clube na Série C diante do Ypiranga de Erechim, no estádio Colosso da Lagoa.

É fato que o time atual não é mais o mesmo que foi rebaixado no estadual; existe uma “barca” de saída de mais de dez jogadores. O técnico Márcio Zanardi pretende trabalhar com ao menos trinta atletas dos mais de quarenta que estavam disponíveis; alguns não deviam nem estar vestindo a camisa do Figueira, mas estão aí, “se arrastando” sentados em cima de seus contratos.

Fato: É hora da virada de chave no Scarpelli. O Figueirense e sua torcida não merecem estar onde estão por seis anos, e mais um ano de fracasso praticamente destruiria todos os planos de reconstrução do clube. É hora de o torcedor “pegar junto” e seguir na difícil caminhada da Série C.

Foto: Arquivo pessoal

Estreia de um prodígio

Neste domingo, dia 5 de abril, o jornalista Gabriel Leite fez sua primeira reportagem no jogo entre Avaí x Operário. Um talento que a TVBV lapidou nos últimos meses. Sua primeira reportagem vai ao ar hoje no Jogo Aberto SC, a partir do meio-dia e trinta. Boa sorte, garoto. Todo sucesso do mundo!
Boa semana a todos!

           

             

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