22 de maio de 2026
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Gastronomia

Helena Rizzo e Jacquin revelam o que é imperdoável no MasterChef

Foto: Melissa Haidar/Band
Diante de pratos bonitos mas sem gosto, jurados explicam como o sabor define as eliminações e revelam os bastidores das decisões

A eterna disputa entre a estética e o paladar na alta gastronomia foi um dos temas da coletiva de imprensa da nova temporada do MasterChef Brasil. Questionados sobre o que é mais difícil de engolir — um prato visualmente impecável mas sem sabor, ou uma comida feia mas gostosa —, os jurados Helena Rizzo, Érick Jacquin e Henrique Fogaça foram categóricos ao afirmar que, na cozinha do reality, a boca sempre ganha dos olhos.

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Para Helena Rizzo, a construção do sabor é a alma de qualquer receita. A chef explicou que o essencial é o prato estar saboroso e que o paladar acaba tocando os jurados de forma mais profunda. Embora atributos como a escolha da louça, as proporções e a estética garantam pontos extras em caso de empate entre dois pratos bons, a sensação de comer algo genuinamente gostoso é o fator que prevalece e que os jurados não conseguem esconder.

Érick Jacquin endossou a visão da colega de júri ao detalhar a experiência sensorial da avaliação, que trabalha em três etapas básicas: o olhar, o olfato e o paladar. O chef francês pontuou que o círculo da degustação só se fecha verdadeiramente quando o sabor corresponde à expectativa criada pela beleza e pelo aroma da comida. Se a entrega final na boca falhar, a beleza do prato torna-se totalmente irrelevante para a permanência no jogo.

O equilíbrio e a justiça nas avaliações também exigem um exercício constante de debate entre o trio, especialmente quando as preferências pessoais entram em conflito. Henrique Fogaça e Jacquin lembraram que os jurados precisam conversar e convencer uns aos outros nos momentos de discordância, já que ingredientes específicos podem agradar a um e desagradar a outro.

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